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5 coisas que não precisas

22 Out

Há coisas que achas que precisas para viver. Coisas que meteste na cabeça, mas que acabam por te pesar muito. Para teu grande alívio, vais descobrir que há 5 dessas coisas que não precisas mais:

Não precisas de estar tão seguro.
Não precisas de ter todas as respostas, fazer tudo certo ou ter sempre razão.
É espantoso, mas se falhares, o mundo não acaba. Uma critica não vai dizer toda a verdade sobre ti. Podes-te rir de ti mesmo e podes aprender coisas que não sabias.

Não precisas de te preocupar tanto.
Não precisas de carregar o mundo nos teus ombros. Não precisas de pensar em tudo o que pode correr mal.
O que tiver que acontecer acontece, e o facto de te preocupares não muda rigorosamente nada. Só te dá cabelos brancos. Quando chegar alguma dificuldade, aí arregaças as mangas. Entretanto, podes desfrutar cada dia com os belos cabelos que tens.

inesperado.org - 5 coisas que nao precisas

Não precisas de ser o melhor.
Não precisas de provar nada a ninguém. Não precisas de ser especial.
Não depende de ti seres o melhor da sala. De ti depende apenas dares o teu melhor. Deixa-te de ambições desmedidas e aproveita ao máximo os talentos fantásticos que já tens.

Não precisas de culpar o teu passado.
Não precisas de te lamentar pela tua infância infeliz, relações falhadas ou como ninguém te percebeu.
Surpresa: O passado já passou. O que fazes hoje é uma escolha tua, não tens que viver como vivias.
O teu passado foi importante e tornou-te quem és hoje. Podes agradecer as coisas boas e desfrutar o presente.

Não precisas de mais nada para seres feliz.
Não precisas de viver sem problemas. Não precisas que te corra tudo bem.
Nada nem ninguém está responsável por te fazer feliz. Isso é trabalho para ti.
A felicidade não é uma utopia, é uma coisa concreta para a tua vida.
Podes começar já hoje a viver mais feliz. É só começar.

5 ideias sobre a felicidade.

2 Jul

1. Todos somos infelizes.
Quer seja em casa, com os amigos, no trabalho, na saúde. Há sempre ali algum ponto onde as coisas não estão como gostaríamos, onde falta-nos alguma coisa.
Muitas vezes achamos que os outros têm essa coisa que nos falta :”Txii, ela é que está bem. É gira, tem um marido impecável e um bom trabalho…” Mas por muito improvável que nos possa parecer, essas pessoas também têm a sua infelicidade. De certa forma, todos somos infelizes, porque nos falta alguma coisa.

2. Todos somos felizes.
Mas será que para estarmos felizes não nos pode faltar nada? Que as coisas têm que estar resolvidas e arrumadas para sermos felizes? E se fosse possível ser feliz, apesar do que nos falta? E se fosse possível ser feliz precisamente porque nos falta alguma coisa?
Na realidade, há sempre uma diferença entre o que somos e o que gostaríamos de ser. Essa diferença, essa tensão, pode ser o motor que nos leva a ser felizes . É nessa distância entre o sítio onde estamos e onde gostaríamos de estar, que nos realizamos plenamente. É na luta, na procura, no desafio, que encontramos a felicidade que tanto procuramos. Se todos temos coisas que nos faltam, então todos podemos ser felizes.

3. A felicidade reconhece-se.
Não demora muito a reconhecer uma pessoa feliz. Sente-se, vê-se e percebe-se. A felicidade genuína, arrebata e contagia. Nada provoca tanto quanto uma pessoa realmente feliz. Põe-nos em cheque do princípio ao fim, porque o seu brilho revela as nossas sombras.
É maravilhoso termos pessoas assim na nossa vida: pessoas encontradas, realizadas, felizes. É ainda mais maravilhoso sermos uma dessas pessoas.

4.A felicidade chega a todo o lado.
Por vezes achamos que há alguma coisa de fundamentalmente errada connosco, que nunca nos deixará ser felizes.
Alguma coisa que nos fizeram ou alguma coisa que fizémos. Alguma coisa que nos exclui a possibilidade de sermos realmente felizes.
Acontece que isso é verdade. É absolutamente verdade… enquanto acreditarmos nisso.
A partir do momento em que aceitamos que todos temos as nossas cicatrizes – and that’s ok – e que nada está irremediavelmente perdido, podemos finalmente começar a receber a felicidade que nos está reservada. Não somos ninguém para dizer que não merecemos a felicidade.

5. A felicidade é uma escolha.
Há momentos em que sentimos a felicidade de forma evidente e plena. Mas para vivermos uma felicidade de fundo, precisamos de lutar por ela. Não se trata de querer agarrá-la demasiado, porque ela foge. Trata-se de um foco permanente no que podemos oferecer aos outros, e não no que podemos receber. A felicidade nasce dessa generosidade, mas para isso é preciso uma escolha. Uma escolha que não se adia, nem se adianta.
A felicidade é uma escolha para agora.

Dormir que nem um anjinho (tomar melhores decisões IV)

23 Abr

Embarcámos numa saga um pouco doentia para compreender melhor a nossa forma de tomar decisões. Já explorámos o que nos motiva a tomar decisões e também os critérios que podemos usar para decidir. Mas não vamos ficar por aí. Vamos ainda tentar arranjar formas de tomar melhores decisões, especialmente para evitar ficar com aquela sensação de “será que tomei a decisão certa?”. Ou seja, como podemos tomar decisões e ficar com a consciência tranquila?

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Tomar melhores decisões II

9 Abr

No último artigo falámos sobre como tomar melhores decisões.
Na realidade ninguém falou, é uma força de expressão. Alguém escreveu umas palavras num teclado e outras pessoas leram esses disparates nalgum lado, talvez num cybercafé com música indiana a tocar.

Falámos sobre como escolher é dizer um sim e muitos nãos, sobre como não decidir é em si uma decisão, e por fim, como cada escolha abre sempre um futuro novo. Mas hoje vamos antes ver como melhorar o critério das nossas escolhas.

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Acumulas tralha? [Vídeo]

15 Jan

 

Um vídeo sobre a tralha que acumulamos… E sim, todos acumulamos tralha desnecessária. Desde camisolas que nunca vamos usar até carregadores de telemóveis que já não existem.
Vamos descobrir formas de saber se devemos manter uma coisa ou não, e quais as vantagens de nos livrarmos da tralha que temos!

 

( Ler esta linha apenas depois de ler o vídeo. Porquê? Vê o vídeo e vais perceber. Respostas ao quiz: 1. Otava ; 2. 1143 ; 3. 1,70m)

Podes-me ajudar?

11 Dez

Há alturas em que algum amigo nos diz: preciso de ajuda.

Não sei bem o que fazer. Não estou feliz. Alguma coisa não bate certo. Não sei o que fazer da minha vida. Ah pois, até dói ouvir.

Antes de mais, uma salva de palmas a quem diz essa frase poderosa: Preciso de ajuda.
É frase de homem. É frase de mulher. Mais palmas!
Quem diz preciso de ajuda é grande porque mostra que não tem as respostas todas, nem as forças todas.

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Eles andam aí.

27 Nov

Anda por aí um grupo de radicais que está a deixar muita gente nervosa. Eles andam aí e são diferentes dos outros.

São loiros e são morenos. São pretos e são brancos. Vivem em ditaduras e vivem em democracias. Vivem na rua e vivem em casas modernas. São doutorados e são analfabetos. São casados e são solteiros. Dão-se com os poderosos e dão-se com os pobres.

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Vais falhar

20 Nov

Andas por aí a tentar fazer o melhor que consegues. Às vezes nem isso tentas. Mas não faz mal. Andas por aí e tentas que te saia tudo bem. As relações que tens, o que dizes, os projectos que fazes. Queres que as coisas saiam com pinta, que corram muito bem.

Tudo óptimo. Mas vais falhar.
E depois, vais falhar outra vez.

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Estás a ficar para trás.

13 Nov

Há alturas na vida em que sentimos que estamos a ficar para trás.
Que os outros já nos ultrapassaram. Que vão lá à frente, e que para nós resta apenas um caminho sem grandes oportunidades.

Este sentimento acaba por nos tocar de tantas maneiras diferentes:
Estás numa corrida – literalmente – e não consegues acompanhar o resto do grupo. Atenção que isto começa nas aulas de ginástica do secundário quando a malta do tabaco fica sempre para o fim.
Deixaste cadeiras para trás na Universidade. Os teus colegas do primeiro ano já estão de curso feito (e barba feita) e tu ainda andas a pedir apontamentos emprestados a malta com menos 5 anos que tu (e sim, tens a barba por fazer).
Nunca mais começas a trabalhar. Já anda o resto da malta a cavalgar as consultoras com salários que te fazem corar, e ainda andas a acabar umas cadeiras e a procurar trabalho.
Já tudo saiu de casa dos pais, e andas tu, já perto dos 30, a pegar-te todos os dias com os teus pais, por não teres deixado a cozinha arrumada (e também não apagaste a luz do corredor).
Elas já estão casadas e tu não. Sabes bem o que é isto porque já começas a ir a muitos casamentos do teu grupo de amigas, e vês que não há nenhum príncipe à tua espera para dançar contigo na pista.

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As urgências

28 Ago

As piores urgências não são as dos hospitais.

E claro que sabemos que as urgências dos hospitais não são sítios agradáveis. Quando queremos dar uma volta ou jantar num sítio inspirador, não fazemos a lancheira e abalamos para lá.

As urgências dos hospitais geralmente são cenários desanimadores. Há doentes ali. E malta muito aflita. Vêem-se olhares assustados, tristeza e expectativa. Sentem-se os limites das pessoas. Os corpos procuram consolação. As famílias e amigos tentam ajudar.

Mas apesar de tudo, nas urgências dos hospitais esperamos  e depois vem quem nos ajuda. Chama-se médico e usa aquela bata branca. Como nos filmes sim. E depois fazem perguntas, muitas ou poucas, olham para nós com um ar que quer olhar para dentro, põe-nos uma coisa fria nas costas e dizem para respirar fundo. Caraças, vim cá para respirar fundo? Isso posso fazer em casa. Mas não podes não, porque depois vêm exames, diagnósticos e remédios. E tudo faz parte. Tudo para ficarmos melhores.

Mas estávamos a dizer: as piores urgências não são as dos hospitais.

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