Tu não és especial

17 Dez

Apesar dos miminhos que recebeste dos teus pais, apesar de teres amigos que se riem das tuas piadas e apesar de já teres passado por muita coisa… não caias em ilusões: tu não és especial.
Não és especial porque andaste naquela universidade ou tens aquele trabalho. Não és especial porque tens boa aparência ou porque há alguém que gosta de ti.

És apenas mais um em 7 biliões, por isso escusas de andar por aí como se o mundo te devesse alguma coisa. Essa cara de vinagre fica-te mal, e esse ar só estraga o ânimo à malta. A sociedade não te deve um trabalho, a família não te deve uma casa e os teus amigos não te devem atenção. Nada disso: o mundo não te deve nada, és tu que deves muito ao mundo.

tu nao es especial

Deves ao mundo o teu tempo, energia e inteligência. A tua melhor intenção e o teu melhor empenho.
Trabalhar porque acreditas que o teu trabalho é importante, não porque tens um estatuto a manter. Estudar pelo entusiasmo de aprender e não apenas para passar nos exames. Namorar porque adoras a pessoa que está contigo, não porque não aguentas estar sozinho. Viajar porque queres viajar, não para teres fotografias para mostrar. Cuidar bem dos outros porque queres o bem deles, não para provares que és bonzinho.

Podes tentar fugir disto, claro. Podes ficar escondido atrás das cortinas e lamentar-te de todas as dificuldades que tens pela frente. Podes ficar à espera que alguma coisa te venha salvar…mas no fim tens apenas que decidir uma coisa: o que vais fazer com cada hora do teu dia?
O que raio vais fazer da tua vida?

O mundo precisa de ti. E tu precisas de viver o melhor que tens.
A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.

O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.

354 Respostas to “Tu não és especial”

  1. alguém que leu este artigo maluco de bosta 3 de Fevereiro de 2015 às 20:07 #

    Que bosta de texto muito medíocre ! aplausos pra quem escreveu este texto e o enviou para mim ! ô foi para mim ? eles riem em cima.

    • Daniela 1 de Dezembro de 2015 às 1:26 #

      ihho, ihho, ihho….. é post para linguagem jumental.

    • Daniela 1 de Dezembro de 2015 às 1:28 #

      …. devias estudar…. serio… não ocupa espaço. Há, de certeza, muito ai nesse vácuo….

      • Daniela 1 de Dezembro de 2015 às 1:29 #

        ;)

  2. Ana 28 de Novembro de 2014 às 15:27 #

    Fala pessoal do blog, vou deixar o contato de uma vidraçaria em Brasília que fabrica lindos espelhos decorativos, o site deles é: http://www.vidrosedecoracoes.com.br/ tem papel de parede, painel fotográfico, box para banheiro Elegance, muita coisa diferente vocês vão adorar!

  3. Isa Saraiva 17 de Novembro de 2014 às 21:23 #

    hoje, do nada descobri este seu/vosso blogue…
    (“,) que MARAVILHA, simplesmente FANTÁSTICO!!!!
    acredito que “nada acontece por acaso” juro de veras que acredito nesta máxima, e eis que mais uma vez constato que ela não me falha…
    estava no meio de uma enoooooorme reflexão, introspeção… contudo não saia do impasse de me sentir a pessoa mais injustiçada/incompreendida/magoada (e afins) do mundo e eis que me deparo com o “artigo” “Tu não és especial”…
    inicialmente fiquei chocada… toda a gente é especial, pensei indignada e no alto das tantas “certezas” que supostamente a vida nos dá…
    li… assimilei… reli… interiorizei refleti e conclui “tem toda a razão!!!! é isto!!!” então decidi “para de te vitimizares,
    de te sentires cheia de pena de ti mm…
    afinal o que te torna especial é a forma de como tu te dás aos outros…
    de como te entregas sem pedir agradecimentos…”
    e sem duvida que este ultimo paragrafo “O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.” finalmente levei o abanão que há 3 dias andava à procura!!
    PARABÉNS, continue/m e bem haja(m) o EXCELENTE trabalho feito neste “artigo” e em tantos outros que já li :-)

  4. Ana Soares 14 de Novembro de 2014 às 17:53 #

    textos escritos por alguém que por si sò não se deve sentir nada especial. Inutil. especial somos todos.

    • Anónimo 19 de Fevereiro de 2015 às 9:16 #

      Sabes ler?
      Não me parece…

  5. Cristian Cirillo 14 de Novembro de 2014 às 13:47 #

    Grande mensagem…subscrevo inteiramente.

    http://doincerto.blogspot.pt

  6. Cristian Cirillo 14 de Novembro de 2014 às 13:45 #

    Grande mensagem…subscrevo inteiramente

    Doincerto.blogspot.pt

  7. Dm 13 de Novembro de 2014 às 12:23 #

    Sete mil milhões, e não sete biliões.
    E é “porque te tornaste alguém especial” não “porque te tornaste em alguém especial”. Estuda mais.

    • Anónimo 13 de Novembro de 2014 às 20:05 #

      Sim, porque 7.000.000.000 (7 biliões) e 7.000.000.000 (7 mil milhões) não são a mesma coisa.

      • Fly 13 de Novembro de 2014 às 21:06 #

        Anónimo sugiro-lhe a leitura deste texto do jornalista Rui Cartaxana, inserto na página da Internet do jornal desportivo português Record do dia 25 de Outubro de 2008, sobre uma recorrente troca dos “mil milhões” pelo “milhão de milhões”, que é a norma seguida em Portugal — ao contrário do estipulado no Brasil e nos EUA.

        Ouvi (…) numa conceituada rádio nacional um professor encartado a tentar explicar a malfadada crise que os americanos “exportaram” para o Mundo inteiro e a falar em biliões para aqui e biliões para ali. Com a malfadada crise a dar cabo da cabeça a todos nós, uns por uma coisa, outros por outra, é frequente ouvirmos especialistas, políticos, distintos professores de Direito e outros iletrados espalharem-se com esta dos biliões, falando de biliões como quem fala de melões, quando realmente deviam dizer mil milhões.

        Comecemos pela simples explicação aritmética deste conflito que aparece mais ligado ao “colarinho branco” do que ao “fato-macaco”. Cem são 102 (dez ao quadrado), mil são 103 (dez ao cubo), um milhão são 106 (dez à 6.ª potência), mil milhões são 109 (dez à 9.ª potência), um bilião serão 1012 (dez à 12.ª potência). Para se ter uma ideia da grandeza relativa destes números, direi que o OE (Orçamento do Estado) para 2009 é de cerca de 79 mil milhões de €, que o famoso PIB (Produto Interno Bruto) de Portugal, ou seja, o valor da soma de tudo o que os 10 milhões de portugueses fazem e produzem em todas as suas actividades e ramos de negócios, industriais, comerciais, etc. durante um ano, não deve chegar em fim de 2009 a 180 mil milhões (9 zeros). E que, por exemplo, a verba que os EUA, o país mais rico do Mundo, amontoou para salvar as suas poderosas instituições financeiras e industriais, as suas produções agrícolas, enfim, a sua economia, só tinha 9 zeros: 700 mil milhões de dólares (cada € a valer agora 1,2 dólares). Quase que diria que isso de biliões só se for para contar os grãos de areia que o mar levou das praias da Caparica…

        Mas o facto é que os americanos e os brasileiros e respectivos jornais e TV falam de biliões por dá cá aquela palha. O caso é que americanos e brasileiros (estes acho que por influência económico-financeira do poderoso vizinho) falam de biliões… para dizer mil milhões, pelo que, quando a origem do “número” for uma ou outra dessas duas, é preciso acertá-lo à nossa ordem numérica. Que é, aliás, idêntica nos 27 países da UE, incluindo a Inglaterra, onde também não havia os mil milhões.

        Entre nós, essa ordem numérica é regulada por um diploma legal, um decreto-lei, em que se descrevem e se explicam as diferentes ordens de números. Se não metermos isto na cabeça, receio bem que ninguém se entenda em breve com as cifras da crise. O que, se calhar, ainda bem.

        • Cleópatra M.P. 14 de Novembro de 2014 às 22:01 #

          De uma forma muito simples e simplista:
          Na Europa e nos Estados Unidos o bilião tem de facto um valor diferente, daí haver tanta confusão.

          O bilião na Europa é um número com 12 zeros à direita do 1 (ou seja, 1 000 000 000 000), enquanto nos EUA o bilião é um número com nove zeros à direita do 1 (ié, 1 000 000 000).
          É inevitável e lamentável que esta diferença gere sempre muita confusão.

          Cumprimentos a todos.

  8. cr 13 de Novembro de 2014 às 0:18 #

    Adorei

  9. Francisco Reis 7 de Novembro de 2014 às 8:18 #

    Muito (muito!) bom!

  10. J 31 de Outubro de 2014 às 16:18 #

    Já tiravas essa cara de vinagre já! Ninguém tem que ser especial para ti, mas todos somos especiais para alguém, até tu… isso faz de nós especiais, sempre!

  11. Anónimo 31 de Outubro de 2014 às 9:57 #

    Ao lêr lembrei-me de um livro que me marcou e que sugiro a todos a leitura e do qual deixo um excerto..
    “Pára com isso, Zé Ninguém!
    Tu hás-de ser sempre o eterno imigrante e emigrante. Vieste parar a este mundo por acidente e hás-de deixá-lo sem que ninguém dê por isso.”

    Wilhelm Reich in Escuta, Zé Ninguém.

    • Annie 5 de Novembro de 2014 às 11:08 #

      Ótima referência, um livro curto, que devia fazer parte da educação social de muita gente, tal como outros tão bons livros do Wilhelm Reich, mas agora é só a minha opinião.

      • António 9 de Novembro de 2014 às 15:36 #

        boa.

  12. Inês 30 de Outubro de 2014 às 18:35 #

    Gostei imenso, o que mais gostei e o ponto principal a meu ver foi a parte do “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial”. Não acho que o autor quisesse dizer ninguém é importante e que ninguém é especial, mas sim que o objectivo da vida não é sermos especiais. Passamos a vida á procura de coisas que nos façam sentir especiais para nos sentirmos bem connosco mesmos. Mas a verdade é que é quando trabalhamos porque o nosso trabalho importa, cuidamos por querer bem, é quando fazemos o bem por amor e por queres ajudar, que realmente nos sentimos bem. Adorei o facto que contrariar a ideia que os papás metem na cabeça das crianças de que somos todos especiais e batem tanto no assunto que fazem com que as crianças procurem desesperadamente formas de serem especiais para serem importantes, para valerem a pena e para se poderem sentir bem… Porque e se não nos sentirmos especiais? Aí vem a depressão e a carência… Isto porque nos passaram a ideia de que precisamos de ser especiais, que ser especial é o importante, ser especial é tudo…
    Mas “a vida é demasiado importante para depender de te sentires especial”, a afinal parece que não nos sentirmos especiais não é o fim do mundo… Isto porque a vida é MUITO mais que isso…

    • Isa Saraiva 17 de Novembro de 2014 às 21:29 #

      subscrevo inteiramente as suas palavras :-)

  13. José Pires 30 de Outubro de 2014 às 13:41 #

    Somos apenas 7 mil milhões no planeta, embora a este ritmo talvez cheguemos aos 7 biliões brevemente — afinal 7 biliões são apenas mil vezes mais do que 7 mil milhões…

    • André 1 de Novembro de 2014 às 16:49 #

      José Pires, obviamente que neste texto está a ser usada a escala curta, em que 1 bilião = 1000 milhões

      • adolfousier (@adolfousier) 29 de Março de 2015 às 1:44 #

        tem pessoas que querem parecer inteligentes e acabam por estupidas ;)
        Na Europa e nos Estados Unidos o bilião tem de facto um valor diferente, daí haver tanta confusão.

        O bilião na Europa é um número com 12 zeros à direita do 1 (ou seja, 1 000 000 000 000), enquanto nos EUA o bilião é um número com nove zeros à direita do 1 (ié, 1 000 000 000).
        É inevitável e lamentável que esta diferença gere sempre muita confusão.

  14. pepezinhaaa 29 de Outubro de 2014 às 21:32 #

    Fez me lembrar este poema de Alvaro de Campos:

    “Se te queres matar, por que não te queres matar?
    Ah, aproveita! que eu, que tanto amo a morte e a vida,
    Se ousasse matar-me, também me mataria…
    Ah, se ousares, ousa!
    De que te serve o quadro sucessivo das imagens externas
    A que chamamos o mundo?
    A cinematografia das horas representadas
    Por atores de convenções e poses determinadas,
    O circo policromo do nosso dinamismo sem fím?
    De que te serve o teu mundo interior que desconheces?
    Talvez, matando-te, o conheças finalmente…
    Talvez, acabando, comeces…
    E, de qualquer forma, se te cansa seres,
    Ah, cansa-te nobremente,
    E não cantes, como eu, a vida por bebedeira,
    Não saúdes como eu a morte em literatura!

    Fazes falta? Ó sombra fútil chamada gente!
    Ninguém faz falta; não fazes falta a ninguém…
    Sem ti correrá tudo sem ti.
    Talvez seja pior para outros existires que matares-te…
    Talvez peses mais durando, que deixando de durar…

    A mágoa dos outros?… Tens remorso adiantado
    De que te chorem?
    Descansa: pouco te chorarão…
    O impulso vital apaga as lágrimas pouco a pouco,
    Quando não são de coisas nossas,
    Quando são do que acontece aos outros, sobretudo a morte,
    Porque é coisa depois da qual nada acontece aos outros…

    Primeiro é a angústia, a surpresa da vinda
    Do mistério e da falta da tua vida falada…
    Depois o horror do caixão visível e material,
    E os homens de preto que exercem a profissão de estar ali.
    Depois a família a velar, inconsolável e contando anedotas,
    Lamentando a pena de teres morrido,
    E tu mera causa ocasional daquela carpidação,
    Tu verdadeiramente morto, muito mais morto que calculas…
    Muito mais morto aqui que calculas,
    Mesmo que estejas muito mais vivo além…
    Depois a trágica retirada para o jazigo ou a cova,
    E depois o princípio da morte da tua memória.
    Há primeiro em todos um alívio
    Da tragédia um pouco maçadora de teres morrido…
    Depois a conversa aligeira-se quotidianamente,
    E a vida de todos os dias retoma o seu dia…

    Depois, lentamente esqueceste.
    Só és lembrado em duas datas, aniversariamente:
    Quando faz anos que nasceste, quando faz anos que morreste.
    Mais nada, mais nada, absolutamente mais nada.
    Duas vezes no ano pensam em ti.
    Duas vezes no ano suspiram por ti os que te amaram,
    E uma ou outra vez suspiram se por acaso se fala em ti.

    Encara-te a frio, e encara a frio o que somos…
    Se queres matar-te, mata-te…
    Não tenhas escrúpulos morais, receios de inteligência! …
    Que escrúpulos ou receios tem a mecânica da vida?

    Que escrúpulos químicos tem o impulso que gera
    As seivas, e a circulação do sangue, e o amor?

    Que memória dos outros tem o ritmo alegre da vida?
    Ah, pobre vaidade de carne e osso chamada homem.
    Não vês que não tens importância absolutamente nenhuma?

    És importante para ti, porque é a ti que te sentes.
    És tudo para ti, porque para ti és o universo,
    E o próprio universo e os outros
    Satélites da tua subjetividade objetiva.
    És importante para ti porque só tu és importante para ti.
    E se és assim, ó mito, não serão os outros assim?

    Tens, como Hamlet, o pavor do desconhecido?
    Mas o que é conhecido? O que é que tu conheces,
    Para que chames desconhecido a qualquer coisa em especial?

    Tens, como Falstaff, o amor gorduroso da vida?
    Se assim a amas materialmente, ama-a ainda mais materialmente,
    Torna-te parte carnal da terra e das coisas!
    Dispersa-te, sistema físico-químico
    De células noturnamente conscientes
    Pela noturna consciência da inconsciência dos corpos,
    Pelo grande cobertor não-cobrindo-nada das aparências,
    Pela relva e a erva da proliferação dos seres,
    Pela névoa atômica das coisas,
    Pelas paredes turbihonantes
    Do vácuo dinâmico do mundo…”

  15. luis lume 28 de Outubro de 2014 às 23:37 #

    querem ser especiais!!? aqui vai a receita.- rir muito e com frequência, ganhar o respeito de pessoas inteligentes e o afecto das crianças, merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos, apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros, deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida condição social, saber que ao menos uma vida respirou melhor porque você viveu. isto sim é ser especial .

    • DesertFox 29 de Outubro de 2014 às 2:05 #

      …ser o melhor que cada um poder ser.

  16. Anónimo 28 de Outubro de 2014 às 21:35 #

    achas-te especial por escrever isso?

  17. Anónimo 28 de Outubro de 2014 às 17:39 #

    Este texto não tem nada de especial.

  18. João Spranger 27 de Outubro de 2014 às 0:56 #

    Honestamente, não estou a ver este texto motivar ninguém que não parta já desse princípio.

  19. Maria 26 de Outubro de 2014 às 13:41 #

    Especial é a pessoa que escreveu isto, cinco estrelas!!!!!

  20. Andreia 23 de Outubro de 2014 às 23:22 #

    Adorei este texto. Não costumo escrever comentários mas queria parabenizar o autor do mesmo. Acharmo-nos especiais não nos torna especiais.. apenas que mais ignorantes por acharmos que somos mais e melhor do que os outros, que a nossa pessoa está a cima de qualquer outro sem que tenhamos de lutar por isso, sem que tenhamos de fazer a diferença. Tenho pena que nem todos tenham sabido identificar o sentido da palavra e que se tenham sentido tão ofendidos. É preciso ter a ambição de ser especial, lutarmos todos os dias para sermos especiais! Especiais para nós, para a nossa família, para os nossos amigos e não ter a presunção de acharmos que nascemos especiais sem que nada tenhamos feito para isso..

    • DesertFox 24 de Outubro de 2014 às 11:05 #

      “por acharmos que somos mais e melhor do que os outros, que a nossa pessoa está a cima de qualquer outro sem que tenhamos de lutar por isso, sem que tenhamos de fazer a diferença. Tenho pena que nem todos tenham sabido identificar o sentido da palavra e que se tenham sentido tão ofendidos”

      Apraz-me dizer-te que o que escreve-mos, ou seja, sentimos, é um reflexo do que somos. Não gosto do texto e não me acho melhor do que os outros, mas sou especial sim quanto mais não seja, porque tenho vida.

      Ter pena, neste contexto, considero que é um acto muito presunçoso, pois ter pena é dos sentimentos mais corrosivos que se pode ter por alguém. Mais lhe digo, que além de não me sentir ofendido, tenho a liberdade de me expressar e gostar ou não de um pensamento ou preposição.

      A ser assim, não tenho pena de si por ter essa visão e aproveito para partilhar consigo a minha.

  21. gov mint 3 de Setembro de 2014 às 18:27 #

    Hi there, You have done a fantastic job. I’ll certainly digg it and personally
    recommend to my friends. I am sure they will be benefited from this site.

  22. vasco 25 de Maio de 2014 às 14:32 #

    eu sou especial! assim como todos nós… e são estas tretas de que devemos ao mundo,que temos uma dívida á nascença,estas tretas de igrejas manipuladoras,que fazem de nós meros seres sobreviventes. eu não sou especial,mas os capitalistas exploradores,os religiosos,os políticos, os jogadores da bola…sim esses são especiais… Não! é este sistema em que vivemos que torna uns especiais e outros devedores… a Natureza,minha mãe,cuida de que todos tenhamos um lugar especial,que cada um de nós encontre a felicidade de se auto descobrir e se descobrir nos outros…sem preconceitos,deuses falsos,religiões manipuladoras de massas,politicos corruptíveis,e ídolos que não passam de mero entertrenimento do sistema em que somos escravizados. eu e tu e todo nós SOMOS ESPECIAIS!!!!

    • Luís 17 de Junho de 2014 às 21:12 #

      Concordo com o FACTO de sermos TODOS especiais, mas peço lhe que não caia no erro de meter essa gente toda no mesmo saco. C***ões há em todo o lado, infelizmente. Mas também existem boas pessoas que são políticos, e padres! (Em relação ao resto, não conheço nenhum.)
      E permita me dizer lhe que, no meu caso, se não fosse a Igreja eu não tinha a certeza de valer alguma coisa, mesmo! Não quero que interprete isto como: Converte te! Mas apenas para ser honesto com cada pessoa na singularidade especial que é. E, se se revelar uma… má pessoa, então que lhe ajude com os meios que achar pertinentes!
      Peço lhe simplesmente honestidade. Porque desconfio que sabe que os preconceitos nunca fizeram bem a ninguém!

  23. bernardo 3 de Maio de 2014 às 10:13 #

    nasceu de salto numca pisou o chao. e o verme do coco do meu cao.

    • Anónimo 30 de Outubro de 2014 às 12:35 #

      nunca

  24. Gonzalo CN 31 de Março de 2014 às 15:00 #

    Era exatamente o que eu precisava saber. Obrigado.

  25. sabaomacaco 6 de Fevereiro de 2014 às 15:13 #

    Clap Clap

  26. Daniela 30 de Janeiro de 2014 às 14:35 #

    Parabéns! O vosso blogue é muito pertinente, criativo e certeiro!
    Este texto em particular é muito bom. Acredito que compreendo cada palavra ou sentido por trás dela. Talvez porque partilhe da mesma essência: a positividade perante a vida!
    Continuem!

  27. João Jerónimo 23 de Janeiro de 2014 às 19:50 #

    Concordo com tudo, escepto com a parte de que a sociedade não nos deve um trabalho.

    • João Jerónimo 23 de Janeiro de 2014 às 19:51 #

      “Escepto” devia ser “excepto”, claro!

  28. carlalexandra 22 de Janeiro de 2014 às 22:47 #

    Reblogged this on in my own defense and commented:
    Junte as suas notas qui… (opcional)

  29. Inesperado.org 21 de Janeiro de 2014 às 19:14 #

    Amigos leitores,

    Muito obrigado por todos os comentários, partilhas, ideias e discussões.
    Tem dado muito ânimo poder ler cada comentário e aprender com novos pontos de vista. Contudo, alguns comentários de natureza puramente ofensiva ou obscena serão eliminados.

    Por serem tantos comentários não é possível responder a cada um, mas fica aqui um obrigado individual por todo o entusiasmo e interesse partilhado. Juntos vamos mais longe, Obrigado!

    • DesertFox 29 de Outubro de 2014 às 2:13 #

      Obrigado, Inesperado.org, pelo sentido de partilha da visão de diversas pessoas com experiências. ligações e competências diferentes.

  30. Anónimo 17 de Janeiro de 2014 às 11:31 #

    Texto merdoso… redutor e contraditório!!!
    Além de que cada um deve sentir-se especial à sua forma. Quem não se sentir especial seja de que maneira for, não tem sonhos, ambições, projectos, futuro! :p

    • Silvio Alves 4 de Fevereiro de 2014 às 17:05 #

      Vê-se logo que não és especial !
      Em primeiro lugar deixa de ser anônimo e mostra a tua cara !!!
      Um abraço

      PS . Na minha opinião o texto é muito bom , sobretudo para aqueles que estão a começar um carreira profissional.

      • Ruben Vieira 10 de Fevereiro de 2014 às 18:13 #

        Texto merdoso… redutor e contraditório!!!
        Além de que cada um deve sentir-se especial à sua forma. Quem não se sentir especial seja de que maneira for, não tem sonhos, ambições, projectos, futuro! :p

        ele não da a cara dou eu. concordo com ele!

        • Anónimo 13 de Novembro de 2014 às 22:49 #

          O que acabas-te de fazer foi ler um texto. Aconselhava-te a leres as palavras, não percebes-te o verdadeiro significado que o conjunto de palavras acima queria transmitir.

    • Catarina 8 de Fevereiro de 2014 às 1:17 #

      o seu texto ” anónimo ” : ordinário, agressivo, arrogante e de baixo nível …mas anime-se ! você muito provavelmente é especial.

  31. Anónimo 15 de Janeiro de 2014 às 15:12 #

    Não somos 7 biliões, somos 7 mil milhões!

    • catarina 16 de Janeiro de 2014 às 7:33 #

      e qual é a diferença? é exatamente a mesma coisa 7 bilhoes ou 7 mil milhoes

      • João 16 de Janeiro de 2014 às 16:19 #

        Não, não é a mesma coisa.
        Por exemplo, em portugal 7 biliões são 7.000.000.000.000 ou seja e 7 mil milhões é 7.000.000.000

        • Deny Couto 19 de Janeiro de 2014 às 1:10 #

          Não sabia que o português de Portugal era diferente do de Angola, Moçambique, Brasil ou de qualquer outro país que pertença aos PALOP, nem que matemática descritiva, que tem uma linguagem universal, era diferente do resto do mundo!
          Obrigado pela clarificação, ó inteligência rara!!!

          • Anónimo 19 de Janeiro de 2014 às 13:05 #

            Mas é. ;) inteligência super-rara.

          • Anónimo 19 de Janeiro de 2014 às 13:07 #

            E ainda bem que o é…

          • Luis Anastacio 25 de Fevereiro de 2014 às 23:49 #

            Por acaso até sao linguas diferentes em portugal nao dizes onibus, e sim sao 7 mil milhoes nao bilioes. Nao é por os americanos dizer ‘bilion’ que tem de ser traduzido à letra para bilioes, porque no fundo sao mil milhoes.
            E uma coisa so, aceita o que os outros te ensinam e nao sejas mal agradecido/a

          • Rui 13 de Abril de 2014 às 14:02 #

            se não sabia, não há problema… é só perguntar que alguém há-de saber responder.
            Aqui vai
            http://pt.wikipedia.org/wiki/Escalas_curta_e_longa

      • galrito 16 de Janeiro de 2014 às 22:58 #

        Não, 7 mil milhões x 1000 = 7 biliões. É uma grande diferença.

        • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 16 de Janeiro de 2014 às 23:06 #

          Sem dúvida é um texto para reflectir e reequacionar a vida!!

    • marcio 9 de Fevereiro de 2014 às 23:55 #

      Merdoso? redutor? Contraditório? Ora! Faça-me o favor!

  32. A quem coube a carapuça 14 de Janeiro de 2014 às 6:13 #

    Obrigado Inesperado. É triste ver tanta gente que, por não se conseguir conformar com a indubitável verdade exposta, critica e desdenha. Talvez assim se sintam mais especiais. Humildade, chave mestra para abrir as portas da compreensão, é o que falta a muitos. Se não vos coube a carapuça, se não sentiram um arrepio na espinha por cada frase linha, se não chegaram ao fim do texto comovidos, então nada têm a fazer aqui. Mais uma vez, obrigado Inesperado.

  33. Anónimo 10 de Janeiro de 2014 às 17:04 #

    GOSTEI MUITO DO TEXTO …. FEZ ME REFLETIR… A VIDA É COMO UMA MOEDA TEM 2 FACES… MAS EXISTE MILHARES DE MOEDA MAS A MINHA TORNA ME MAIS RICA :) PENSO QUE SEJA UMA METAFORA ADEQUADA AO TEXTO.

  34. Celina de Miranda 8 de Janeiro de 2014 às 23:34 #

    Todo o ser – humano & não-humano – é especial. O texto, em si, é extremamente dogmático: parte do princípio que todo o ser recebe um tratamento exemplar. E tal não é verdade. Se é que existe algo, ou um manual, para tratamento exemplar. Este texto é profundamente dogmático porque envereda numa cruzada contra os afectivamente favorecidos – mas não, necessariamente, economicamente. Poder-se-ia perguntar: são os leõezinhos, mimados pela mãe leoa, seres não especiais? Serão todos os seres, que mais não têm, senão afecto, seres não especiais? Não conheço o redactor do texto, mas recomendo uma rigorosa auto-análise.

    • Paulo 19 de Janeiro de 2014 às 13:24 #

      Se todos são especiais, então ninguém o é.

    • Francisco 1 de Maio de 2014 às 13:16 #

      Então como definem especial? Diferentes uns dos outros? Se for este o caso, todos somos especiais porque todos somos diferentes. Todos trabalhamos para objetivos em comum, com ter uma carreira, ter uma namorada, etc… Tudo isso são OBJETIVOS!!! Sem eles entramos aqui num relativismo e perdemos a noção de viver e o porquê dela! Isto acontece muito no Japão, em que todos lutam para serem diferentes e depois, quando são ultrapassados, estes SUICIDAM-SE! É claro que eu tenho que querer ser especial, pois faz parte da essência Humana.
      Todos somos diferentes e por isso todos somos especiais, alguns com umas qualidades mais apuradas do que outros, mas todos somos diferentes. No entanto, somos iguais quanto ao corpo, fisionomia e instinto. O que nos faz diferente e especiais é a forma como nos encaramos as coisas, as nossas atitudes perante os outros. Eu sou quem sou e por isso, sou especial!

  35. Anónimo 8 de Janeiro de 2014 às 12:09 #

    este texto não faz muito sentido e no final contradiz-se. entao afinal somos especiais ou não? para quem é que somos? e porque?

    fica aqui a minha reflexão, porque se todos são especiais ninguém é.

  36. Anónimo Especial 7 de Janeiro de 2014 às 15:56 #

    Belo comentário.
    Que interpretação.
    Olha bem para o chão na próxima vez que vieres para não “pisares” num texto destes outra vez.

  37. carlos 1 de Janeiro de 2014 às 17:07 #

    “há pessoas que são tão pobres…tão pobres…tão pobres, que a única coisa que têm é dinheiro!”

    • Sérgio Pina 24 de Julho de 2014 às 14:55 #

      Muito obrigado por ter a oportunidade de ler esta frase…espectacular ;-)

  38. VeraSarmento 30 de Dezembro de 2013 às 2:21 #

    Inesperado, mais lenha para a fogueira! Enjoy! http://www.waitbutwhy.com/2013/09/why-generation-y-yuppies-are-unhappy.html

  39. AVOZDOPOVO 29 de Dezembro de 2013 às 9:20 #

    Depois de ler tudo até ao fim apercebi me que o mundo ficou mais pobre com alguem não especial a procura de atenção! So faltava falares em deus…

    • Feliz a voz do povo 7 de Janeiro de 2014 às 15:59 #

      Felizmente a voz do povo será recordada como 1 em + de 7 mil milhões. Pobre, e não especial, feliz alguém que não tem que falar por todos para dizer mal.

  40. Anónimo 28 de Dezembro de 2013 às 7:56 #

    Eu cá sou especial… pelo menos para mim. Se eu não me tiver como especial, como justificarei a mim mesmo a minha existência?

    À parte de se ter o rei na barriga ou da abnegação total, talvez o problema não se encontre tanto em cada um de nós se sentir especial, mas mais em ignorar que os mesmo ocorre aos restantes. Se eu tiver a noção que todos os outros também se podem sentir especiais, o equilíbrio social pode ser mantido, sem que com isso destrua aquela motivação interna que me diferencia e me motiva a viver um dia de cada vez.

    Compreendo o que o autor do texto quis dizer, apesar da contradição final (ou diria melhor, da contradição inicial?). Mas tenho a dizer ao autor que se deve sentir especial. Se não descurar que as restantes pessoas também têm esse direito, que os outros também têm a sua vida, os seus motivos, as suas aspirações pessoais, pouco ou nenhum mal advirá daí.

    Um bem haja

    • carla 28 de Dezembro de 2013 às 10:07 #

      Não posso deixar de comentar que na democracia em que vivemos, temos direito à nossa liberdade de expressão, e que quem não gostar do que leu, é só navegar para outra página! É de lamentar que alguem decida publicar um texto para nos fazer pensar e no entanto receba tantas críticas!
      Sr. Gens Liberi, não posso deixar de comentar que para continuar tão acerrimamente a “atacar” quem posta aqui, e a usar palavras caras, tem aí algum tipo de frustração reprimida. Porque não cria um Blog e exprime as suas ideias, em vez de vir “sujar” o blog dos outros? E pode “atacar-me” com o seu pseudo intelectualismo pq não vou responder, porque já percebi que é isso que alimenta o seu ego, e deveriam todos fazer o mesmo. Deixá-lo a “falar” sozinho.
      Os meus parabens ao autor. Descobri o blog hoje e por acaso
      Carla

      • Anónimo 29 de Dezembro de 2013 às 0:05 #

        o comentário da carla é completamente despropositado.
        O comentário acima não pretende “atacar” ninguém como diz…acho que foi bastante educado até

      • Francisco Pinto 15 de Janeiro de 2014 às 10:54 #

        Leia um artigo de pseudo-profundidade. Vá a um blog a serio, do filosofo stephen law, leia um dos livros dele.

        Depois perceba a critica ao pseudo intelectualismo.

        Nada disto põe em causa o mérito da pessoa. Enquanto não se distanciar emocionalmente vai continuar a cair no erro evidenciado no seu comment.

      • Anónimo 20 de Janeiro de 2014 às 15:58 #

        Carla, minha querida, acabou de se contradizer. Portanto, fala em democracia e depois quer silenciar aquilo que outra pessoa comentou? Não me pareceu correcto. Apresentando os seus argumentos, qualquer um pode dizer aquilo que quer. Claro que os típicos enfurecidos’ que deixam uns queridos: ‘Merda de texto’ são sem dúvida uns sem cabeça que, caso tenham desgostado da obra a esse ponto, sem dúvida que o podem comentar, no entanto com um mínimo dos argumentos. No entanto, como já disseram, penso que aquilo que chamou de ‘ataque’ não o foi e que as pessoas precisam mesmo de se acalmar um pouco antes de comentarem, raiva e zangas não são necessárias em espaço de debate, onde ouvir ideais, por mais distintas das nossas que sejam é opção obrigatória e que contrapor essas mesmas ideias é a beleza da crítica. Quanto ao texto escrito penso que seja de certa forma agradável e compreendo o que o autor pretende dizer, ainda que seja um texto muito redutor porque é uma ideia muito básica, ainda que bela. Nós somos todos especiais e, na minha opinião, isso não faz com que ninguém seja menos especial ou que sejamos todos simplesmente seres desprovidos de características a considerar e a celebrar. Cada um é cada qual e à sua maneira, pegando neste clássico clichê, quero acreditar que cada um é único e cada um se esforce a seguir o seu rumo. Infelizmente as aparências, como é referido no texto, cada vez mais dominam as nossas cabeças e rapidamente perdemos rasto ao rumo que queremos seguir e caímos na infelicidade frente a um futuro que nos deixa de rastos, ao lado de uma pessoa que não amamos, sem força nem optimismo para batalhar. Cabe a cada um escolher o quanto da utopia da total liberdade de escolha quer utilizar, cada um equilibrar a balança do realismo e do sonho o quanto quiser e esperar sempre que, seja qual for o lado em que se apoie, se sinta bem consigo próprio e com quem o rodeia, acima de tudo. Isto é viver em sociedade, isto é ser especial. Seremos todos iguais? Ou deveremos todos lutar por uma sociedade especial?

        • filipa 19 de Agosto de 2014 às 13:33 #

          bingo

  41. Cristina Pereira 23 de Dezembro de 2013 às 12:50 #

    “… o meu mal é ver que vou bem…” Ornatos Violeta…BP

  42. Rui 23 de Dezembro de 2013 às 11:16 #

    A opinião dos outros sobre mim não tem de se tornar a minha realidade. Eu sou o que eu quiser ser, até mesmo especial. Eu penso que este texto pode resumir-se numa frase: cada um deve assumir a responsabilidade de mudar a sua vida, e não esperar que os outros o façam por si.

  43. João Delicado 23 de Dezembro de 2013 às 0:47 #

    Ê PÁ! O QUE É QUE ACONTECEU AQUI NA MINHA AUSÊNCIA!?!? Duzentos e quantos comentários?!? Caramba. Isto deve ser mais ou menos como chegar no fim de um festival de Verão quando toda a gente ‘tá em debandada e deixa um imenso relvado cheio de lixo por todo o lado! :))) Se alguém fizesse um resumo em dez linhas do que se passou por aqui isso é que era serviço!!! :))) … E AFINAL ESTE ‘POST’ MOSTROU-SE REALMENTE ESPECIAL!!! Hehe.
    ABRAÇO!

  44. Miranda 21 de Dezembro de 2013 às 21:39 #

    Eu sou especial para mim própria mesmo que seja a maior merda para toda a gente. Aqueles que amo, também são especiais para mim. Há muita gente roubada da sua própria estima, outros lha furtaram porque construiram nessas pessoas a ideia que não são tão bons como isso.Lembro-me de uma mãe sueca a quem perguntavam o que mais desejava para o futuro do seu filho, ao que ela respondeu que o que mais desejava é que o seu filho nunca sentisse que não era suficientemente inteligente nem suficientemente bonito…

  45. anarita222 21 de Dezembro de 2013 às 18:28 #

    Reblogged this on Sapato de Cristal and commented:
    Um lindo texto! Fantástico!

  46. PAF 20 de Dezembro de 2013 às 17:55 #

    Brilhante! (aposto que o autor deve achar que poderia aprimorar e esclarecer ideias, mas a essência seria a mesma)

    Quem não compreende o texto, ou apenas fixou o titulo – revolta-se e afirma, “mas como é? não! eu sou (unicamente/muito) especial!” (mas tenham medo, muito medo!)

    Quem leu o texto até ao fim, e percebeu que a provocação inicial é propositadamente um contraste com o final do texto – pois no é fim que se que há uma hipótese – “…porque te tornaste em alguém especial”

    Conclusão: Todos tem hipóteses de serem especiais!

    Ao autor.. Como vês “Vais ser criticado e vais falhar”… mas ” (…) porque te tornaste em alguém especial.” É mais um passo dado pelo autor na sua compreensão e louvo-o por tentar se exprimir, e partilhar com outros.

    E esqueçam, parem de insistir, Isto não é nenhuma cópia, ou falta de originalidade, sim existe uma palestra que também aborda o tema, e depois??? e se fizerem uma pesquisa vão encontrar mais.. (Vão a um site de Citações, e quando fazem uma pesquisa por qualquer tema, há N citações, e não são necessariamente cópias umas das outras)

  47. Pipeta 20 de Dezembro de 2013 às 12:27 #

    Eu ia dar um “like” mas o botãozinho não está aqui e, realmente, não tenho mais nada a comentar, apenas um aceno de cabeça de aprovação que o “like” representaria. Por isso: like.

  48. Giuseppe Pietrini 20 de Dezembro de 2013 às 11:34 #

    Depois de ler este texto, estive quase por impulso a comentar com um “não é bem assim!”…

    Mas depois li alguns comentários mais exaltados com o que o texto defendia e… decidi que não posso fazer coro com tanta cegueira.

    É bem assim, sim. O chorrilho de críticas é que me provou que tens razão, autor do texto.

    Abraço! ;-)
    Giuseppe

  49. Irene Pen 20 de Dezembro de 2013 às 2:55 #

    JSD Open Air.

    • Anónimo 29 de Outubro de 2014 às 17:49 #

      sem duvida

  50. Joana Mateus 19 de Dezembro de 2013 às 23:36 #

    aparecer mais do que eu, era isso que querias? então parabéns. :)

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:13 #

      sinto alguma frustração nessa conclusão…

  51. Dani 19 de Dezembro de 2013 às 22:27 #

    “O mundo precisa de ti.” Se alguém precisa de mim eu torno.me especial para essa pessoa. Se o mundo PRECISA de mim então eu sou automaticamente especial. Considerando as palavras do autor, o texto torna-se automaticamente errado.
    “Deves ao mundo o teu tempo, energia e inteligência. A tua melhor intenção e o teu melhor empenho.” Considerando que o mundo não me deu nada não tenho nenhuma divida para com o mundo logo não lhe devo absolutamente nada! A única divida que eu tenho é para com os meus pais pois deram me a oportunidade de viver, as dividas que eu contrair a seguir serão graças as minhas ações e decisões.
    Em conclusão discordo em maior parte do texto com as palavras do autor e pelos meus argumentos podem facilmente perceber o porque. Contudo percebo a mensagem que o autor tenta transmitir e se fosse dita por outras palavras facilmente concordaria.

    • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 23:01 #

      Dani, obrigado por servires de contra-ponto aquilo que a maioria opta por não querer entender. Uma coisa que devo dizer e faz parte da maneira como me educaram: É que a palavra cristaliza a acção. A acção cristaliza o ser. E quando damos por nós, ao dizermos que não somos especiais, remetemo-nos a uma irrelevância que nunca ajuda e a uma insignificância que consome.

      Qualquer pessoa, só por si, pode ter muito pouco valor. Mas quando temos pessoas que dependem de nós, não nos basta sermos especiais. temos de superar tudo aquilo que alguma vez possa conceber ser capazes de vir a ser.

      E o que a maioria do pessoal aqui não entende e é incapaz porque a vida nitidamente ainda não os desafiou para tal, é que a opressão faz-te arrogante; a injustiça faz-te zangado e o desespero não te dá mais opção que a morte ou a superação de tudo e todos. Quando a vida vos atirar para o terror que é não saber se vai haver comida amanhã depois de pagar as contas para um família inteira na penúria, pergunto-vos se de facto se vão deter pelas vicissitudes da vidinha e esperarem pacientemente que esta vos sorria, ou se vão assumir que têm o poder, que podem fazer tudo e que concretizam mais do que aquilo que realmente pensam que são.

      Qualquer pessoa que tem a cargo as vidas, as esperanças e os sonhos daqueles a quem deve a vida, tem a responsabilidade e a obrigação de ser especial. E sou especial por cima de todos aqueles que insistem que eu não sou. Até que deixem de falar. Não seria a primeira vez. nem será a última.

      • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 23:08 #

        É claro que és especial. No entanto não deixo de salientar que considero que o autor, o original, não esta cópia mal escrita, quis dizer “tu não és especial” foi no sentido de não te acomodares a uma zona de conforto só porque atingiste uma meta. A vida é uma sequência de metas. E é claro, insisto, se nós precisamos da terra a terra tb precisa de nós e só por isso já somos especiais.

      • Leonardo Guerra 20 de Dezembro de 2013 às 12:19 #

        És… especial de corrida. Reforma-te!

      • Henrique 26 de Outubro de 2014 às 1:09 #

        Li o texto.
        Não concordei.
        Li os comentários, fui aprendendo.
        Li este teu comentário e um anterior do/da Dani.
        Percebi que olhei com cegueira para este texto.

        Curiosamente, estou num momento na minha vida em que, aliás, como qualquer momento nas nossas vidas, estou a aprender a viver neste mundo. Não sei como explicar isto correctamente, não que me sentisse “especial”, mas quero/queria (vamos ver se o texto realmente encaixou aqui na mona) desesperadamente fazer SÓ aquilo que gosto, aquilo com o qual concordo e me identifico. E como sou diferente, como todos nós, as minhas ideias são oprimidas o que por consequência me torna arrogante e até prepotente aos olhos dos demais. Isto talvez se deva à vontade imensa de querer desesperadamente SER DIFERENTE quando nós já o somos por Natureza.

        Ganhaste-me com o: “ou se vão assumir que têm o poder, que podem fazer tudo, e que concretizam mais do que aquilo que realmente são.”

        Isto pode ser mal interpretado, para mim significou que “devemos” fazer tudo pois temos poder para o fazer e pode ser que a vida nos sorria e que um dia possamos apenas fazer aquilo que quisermos. Aí seremos “especiais”. Todos começamos por baixo, quando começamos por cima facilmente vimos parar cá a baixo e muitas vezes não nos voltamos a reerguer.

        Obrigado pelo texto e obrigado a todos pelos comentários!

    • Anónimo 21 de Dezembro de 2013 às 17:02 #

      Penso que a pessoa que está a criticar o autor do texto, ainda não tirou a venda dos olhos, ou, então, ainda está atordoada com o seu nascimento, e, como tal, ainda não sabe que é do mundo, que vive no mundo, que ao mundo pertence e que ao mundo tudo deve.

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:17 #

      parece-me uma visão muito reduzida a sua, o mundo do autor é tudo aquilo de que nós dependemos para realizar a nossa caminhada…, reduzir o mundo a nossa casa ou apenas a nossa família, entáo também podia-mos dizer que não pedimos para nascer e então nem aos nossos pais devemos coisa alguma.

    • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 18:09 #

      Dani, se os seus pais não fazem parte do mundo, então não sei o que considera ser o mundo. Se acha que só deve algo aos seus pais, então é porque os considera um mundo aparte, quando afinal o mundo somos todos nós! Se cada um se fechar na sua caixinha e concluir que não deve nada a ninguém, claro que terá uma vida solitária, pensando que não precisa de ninguém, quando afinal precisa de todos! Porque o mundo só existe e funciona com a colaboração de todos. Imagine que cada pessoa decidia cruzar os braços e dizer: – “Eu não devo nada ao mundo, por isso não tenho de fazer seja o que fôr! Os outros que façam!” – Dentro de pouco tempo o mundo estaria num perfeito caos porque tal como você, todos pensariam que o mundo não lhes deu nada! No entanto, o simples facto de você existir, já prova que pertence ao mundo! E se aprecia viver, só tem de colaborar com a vida, dar o seu melhor, porque o mundo precisa de todos nós! Ou acha que deve dar o seu pior aos outros? Infelizmente uma grande parte do mundo pensa deste modo… Adeus mundo, cada vêz pior!

      • Luacheia 28 de Dezembro de 2013 às 19:12 #

        Tu deves ao mundo no minimo o oxigenio que respiras, a agua que bebes, que sao dois bens essencias para viveres. ( que sa e secalhar nem a reciclagem fazes, andas para atras e para a frente de carro sem necessidade, nao tens atenção aos consumos de agua, etc isto sao pequenos exemplos, so para veres que secalhar deves mais ao mundo do que tu pensas ;) o mundo e que nao te deve nada , oferece e ainda nao sabes secalhar agradecer ;)

    • Luacheia 28 de Dezembro de 2013 às 19:14 #

      Tu deves ao mundo no minimo o oxigenio que respiras, a agua que bebes, que sao dois bens essencias para viveres. ( que sa e secalhar nem a reciclagem fazes, andas para atras e para a frente de carro sem necessidade, nao tens atenção aos consumos de agua, etc isto sao pequenos exemplos, so para veres que secalhar deves mais ao mundo do que tu pensas ;) o mundo e que nao te deve nada , oferece e ainda nao sabes secalhar agradecer ;)

  52. Jeremias Banzé - Um soldado amigável 19 de Dezembro de 2013 às 20:06 #

    Primeiro, acho que o João tocou num ponto no mínimo especial e sensível dos 192 comentadores de bancada – e em especial daqueles que assumidamente querem guerra.
    Segundo, é triste ver que a capacidade de compreensão de muita boa gente não é nada de especial. Especialmente dado o texto ter 4 parágrafos de coisas óbvias, ainda que incómodas para quem foi abanado da sua comfortável cama Hemnes Ikea, do seu trabalhinho na McKinsey, ou dos seus sonhos frustrados…que são isso mesmo porque, puta que pariu, o mundo em que vivemos vai pelo cano e ai-meu-deus-que-me-lixei-com-este-curso-de-Línguas-Mortas-e-não-sei-o-que-fazer. Não me levem a mal: percebo o que é acordar de manhã e sentir que o céu nos caiu em cima. A avó está velha, o pai perdeu o emprego, a mim só me oferecem 600 euros a recibos verdes e vou ser escravo a vida toda. É uma merda. Mas o objectivo do texto é mesmo esse: mostrar que muito depende de nós para que da merda brotem flores um dia. Isso sim era especial.

    Resumindo, vão acordar Freud…adorava saber qual é a frustração sexual por trás de tanto comentário imberbe.

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 20:35 #

      Psicopatologia da vida quotidiana o livro de Freud que responde, à questão que colocas e à “puta”, à “merda” , entre outras, que sai da tua cabeça. E não te levo a mal pela tua escrita imberbe. Mas, na minha opinião, não acrescenta valor. É uma escrita de mourejo, mas como dizia Miguel Torga “falta-te o romantismo cívico da agressão”

      • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 22:20 #

        Gostei. São ignóbeis destes que se afiguram como opositores sem mérito daqueles que realmente se mexem para fazer alguma coisa de válido. Ai o nosso defeito é nos termos em alta consideração? Vivemos bem com isso. Especialmente quando as observações vêm de gente assumidamente medíocre por escolha.

        • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:23 #

          como diria o guerreiro da luz,” a mão que empenhar a espada só pode ser a mão do amor”

      • Jeremias Banzé - Um soldado amigável 19 de Dezembro de 2013 às 22:27 #

        Não te conheço, pelo que sem entrar em grandes detalhes te respondo apenas duas coisas e aqui não voltarei a postar:
        1) Não tenhas medo das palavras. Putas e merda fazem parte da tua vida, é óbvio. Aguenta-te.
        2) Estás cheio de tempo para comentar tudo e todos, e whiskas saquetas blá-blá-blá. Mas pareces ser um tipo da cultura, dos autores, dos livros. Portanto sugestão amiga: que tal escreveres o teu próprio livro?

        Eu sei que és especial. ;)

        • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 22:41 #

          Não te quero ofender muito menos discutir contigo, apenas partilhar contigo a primeira coisa que me ocorreu quando li o teu comentário, uma frase de Confúcio, que ganha força porque como admites já leste os meu comentários anteriores, logo não me oponho à mensagem mas sim à falta de originalidade do texto, à má cópia e agora à tua escrita vulgar. “Nunca discuta com um um imbecil, em primeiro vai por-se ao nível dele, em segundo ele vai ganhar-lhe pela experiência”.
          E tu não sabes nada… de mim.
          Vai dormir, filho da vida.

          • Jeremias Banzé - Um soldado amigável 19 de Dezembro de 2013 às 22:46 #

            De facto não sei.
            E gostava de te poder responder mas Confúcio tem razão. Boa noite José Sócrates, dorme bem tu também (ou Gens Liberi, ou os outros nomes que adoptas para ventilar a frustração).

          • Etzel 20 de Dezembro de 2013 às 1:12 #

            Pseudo-intelectualismo no seu melhor. Confúcio, lol. “Nunca discuta com um imbecil”, diz ele, como se tivéssemos sequer a opção de discutir com um não-imbecil. A razão pela qual nós discutimos com o imbecil é PRECISAMENTE o facto de ele ser imbecil. Se ele não fosse imbecil, e não vomitasse atrocidades da boca para fora a toda a hora, não haveria razão nenhuma em “discutir”. E como se isso não chegasse o nosso amigo Confúcio informa-nos depois que no acto de discutir pô-mo-nos ao nível do dito imbecil (quem diria lol) e que — maravilha! — quem acaba por ganhar sempre a discussão é o sacana do imbecil!

            Enfim, não tenho dúvidas que ele esteja certo nesta sua última proposição, especialmente se a sua frase se destinar a alguém ainda mais idiota que o coitado do imbecil, lol.

            Em suma: este nosso “John Steinbeck” precisa de ler mais!

          • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 20 de Dezembro de 2013 às 2:24 #

            Hilariante!!

    • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 22:21 #

      És um palhaço, moço. Emigra daqui pra fora.

      • Jeremias Banzé - Um soldado amigável 19 de Dezembro de 2013 às 22:24 #

        Está bem. Vou já amanhã.

        • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 22:42 #

          Não. Tu já foste. Apenas ignoras tal facto.

          • Jeremias Banzé - Um soldado amigável 19 de Dezembro de 2013 às 22:43 #

            Não, não..é que já fui há uns cinco anos mesmo.

  53. Leonardo Guerra 19 de Dezembro de 2013 às 18:07 #

    Eu percebi tão bem a mensagem do texto que quando cheguei á parte “Podes tentar fugir disto, claro. Podes ficar escondido atrás das cortinas e lamentar-te de todas as dificuldades que tens pela frente. Podes ficar à espera que alguma coisa te venha salvar…”, pensei: Também posso parar de ler esta merda e ir fazer alguma coisa da vida.

    p.s- peço desculpa pela utilização da palavra merda, mas foi mesmo como eu pensei na altura.

  54. Hugo Marques 19 de Dezembro de 2013 às 17:22 #

    Um titulo que vale duas centenas de comentários!!!! :D

  55. hugo marques 19 de Dezembro de 2013 às 17:16 #

    Gostei do que li, e, tal como na arte existem várias formas de interpretar um texto! Interpreto como uma motivação para quem pensa que apenas é mais um…, nas coisas mais difíceis de obter nos crescemos ao lutarmos contra nos próprios! Esta é a minha opinião sobre esta arte em forma de texto.
    :D

  56. Andreia 19 de Dezembro de 2013 às 16:43 #

    Este texto foi escrito baseado nos pensamentos, crenças de quem o escreveu. Cada um tem as suas. Parabéns pelo post. Nem toda a gente o percebe. E da para perceber pelos comentários quem nunca se vai tornar especial. Parabéns aqueles que perceberam o post. Aos que ainda não perceberam… continuem a lê-lo… não desistam. Insistam. E se voltaram a nao perecber… Voltem a reler…

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 17:16 #

      Premiar o plágio é próprio de quem se distrai com uma luzinha que algum propositadamente projecta e faz desenhos e círculos numa parede. Penso que devia provar wiscas saquetas!!

      • Anónimo 20 de Dezembro de 2013 às 1:13 #

        penso que se nao aprova o plagio e o texto é plagiado pelo menos enquanto ofende não seja hipocrita e refira o autor como é merecido. fica a ideia

      • Catarina Afonso 20 de Dezembro de 2013 às 1:15 #

        já que se acha tão superior e sabedor de tudo, alto moralista, então enquando critica julga e ofende, não seja hipocrita, refira o autor merecido e deixe-se de patrenalismos. fica a ideia.

      • Etzel 20 de Dezembro de 2013 às 1:18 #

        lol, que personagem interessante. O esforço que esta criatura despende para parecer eloquente e profunda é notável.

      • Anónimo 20 de Dezembro de 2013 às 11:05 #

        Triste é ver que tanta faz muito pouco, porque estar aqui criar conflitos quando todos poderiamos respeitar uma crítica ou uma opinião, é triste e de quem deve ser um inútil nesta vida. Talvez precisem de ler novamente o texto e perceberem que não são de todo especiais!

      • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:31 #

        plágio! Bem pode ser assim entendido, mas não andamos nós a plagiar a vida inteira? mesmo quando temos sucesso no que fazemos, ou quando nos tornamos alguém especial?.
        O importante não é saber se é uma cópia, mas sim o conteúdo dessa cópia, é nessa base que devemos avaliar o texto e não no facto de que é uma cópia…

    • Catarina 8 de Fevereiro de 2014 às 1:32 #

      caramba ! haja alguém que percebeu a poesia, a ironia contundente, o tom dual de tristeza e esperança e o convite disfarçado à valorização pessoal pelo exercício da plenitude do Ser.

  57. LuaCheia 19 de Dezembro de 2013 às 16:21 #

    Leiam bem o texto, 20 vezes seguidas ou quantas precisarem e depois vao entender . As vezes ler uma coisa uma vez nao basta.
    Leiam cada paragrafo e reflitam.
    E mesmo que continuem nao entendendo, nao percebo eu agora o porque dessa critica absurda ao “desabafo”/”opiniao” de uma pessoa. So demonstra a vossa incapacidade de respeitar alguem. Pois uma coisa é nao concordar e justificar ou nao o porque (e partilharem se assim o intenderem) agora, passarem para uma critica ao escritor, acho isso como diz o povo “dor de cotovelo” talvez. E para terminar, para todos aqueles que gostaram ou discordaram deste texto, mas respeitando o autor, um bem haja e feliz natal, para todos os outros, um saco de gelo :)

    Ao autor , Parabens por partilhares algo que faz sentido. Continuação

    Atentamente
    Lua Cheia

    • Etzel 20 de Dezembro de 2013 às 1:22 #

      Sim, vamos reler estes rabiscos vinte, trinta, CINQUENTA VEZES! Vamos reuinir todas as pessoas da aldeia, sentá-las à volta da fogueira, e lê-las estes rabiscos sagrados a noite toda! Ou, se tivermos uma vida (i.e. se formos “especiais”), vamos parar de ler estes rabiscos no segundo parágrafo e seguir com a nossa vida.

      • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 18:44 #

        Etzel, em vêz de ofender os outros tentando humilhá-los, fale-nos antes das suas qualidades! Certamente que terá muito para nos contar!

        • Etzel 10 de Fevereiro de 2014 às 19:20 #

          Querida Maria do Céu, não é assim que as críticas/análises funcionam. O crítico (neste caso eu) tem como função analisar o trabalho publicado pelo autor e dar a sua opinião, e para isso não é preciso gastar parágrafos a informar os leitores do seu CV. O que interessa acima de tudo são os ARGUMENTOS que o crítico utiliza para dar a sua opinião (que pode ser desfavorável, ambivalente ou favorável).

          Ora, acontece que este texto publicado por este autor anónimo (i.e. por um autor sem tomates) não passa de pseudo-filosofia infantil repleta de moralismo. E nem me vou dar ao trabalho de comentar os comentários…

          • Etzel 10 de Fevereiro de 2014 às 20:01 #

            Para não dizer que o autor está engasgadíssimo em inveja e ressentimento, lol. Basta ler os dois primeiros parágrafos para perceber o ódio e inveja que o autor sente por todos os jovens priveligiados que critica. Jovens que frequentam boas universidades, que são belos, atléticos, sociáveis — numa palavra: jovens com SUCESSO — são logo alvo da inveja do autor nos primeiros parágrafos. O autor avisa-nos que estes jovens cheios de sucesso não são especiais.

            Depois, num seguimento completamente ilógico informa-nos que estes jovens cheios de sucesso são, afinal, uns frutrados que passam o dia todo em lamúrias. Conclui finalemente que se trabalharem arduamente, poderão vir a ser realmente especiais.

            Ou seja: o texto não faz sentido nenhum. Para retirar algum sentido deste texto é preciso olhar para a PSICOLOGIA do autor, e depois de se fazer isso, tudo começa a fazer sentido.

            O autor é um frustrado que se sente inferiorizado a todos os jovens privilegiados que vê ao seu redor. “Logo”, pensa ele, “os jovens priviligiados não prestam”. “Se eles prestassem não me fariam sentir assim”. Primeiro erro.

            Depois, o autor parece que se apercebe deste erro, e começa a falar de como poderá melhorar A SUA vida: trabalhando arduamente, sendo apaixonado, etc. etc. Mas o segundo erro dele aqui foi confundir o sujeito para o qual os seus conselhos se destinavam: em vez de dizer “eu devo trabalhar, etc.”, diz “os jovens priviligiados devem trabalhar”.

            Mas o que é o autor SABE da vida dos jovens priviligiados? Nada. O máximo que ele sabe é o que ele vê: grupos de jovens a divirtirem-se imenso nesta vida, ao passo que ele fica em casa a queixar-se e a ver TV e a não fazer nada.

            Por isso não restam dúvidas: o autor está a aconselhar-se a si próprio, porque institiva e inconscientemente sabe que o único que não é especial aqui é ele.

            Claro que a inveja é mais forte, e o autor acaba por TER DE atacar todos os que acima dele se encontram.

            A sua conclusão, então, segue-se depois logicamente após a inversão dos sujeitos criticados (i.e. após o autor passar a criticar-se a si mesmo e não aos jovens privilegiados, como vimos). A conclusão sendo:

            SE EU TRABALHAR A SÉRIO TAMBÉM PODEREI UM DIA SER ESPECIAL E PRIVILEGIADO.

            Por outras palavras o autor devia ter vergonha de publicar este texto como se de uma grande ideia se trata-se. Não há dúvidas que a ideia principal do texo é banal: se trabalhares terás sucesso.

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:46 #

      acho que ler uma vez chega, aquilo que sentir no final será aqauilo que sente na sua vida e não será por ler muitas vezes que vai entender de outra maneira, não é por ler os ensinamentos de Buda, Jesus ou qualquer outro Mestre que se vai tornar melhor ser humano, mas sim por na humildade dos defeitos que todos temos, empenharmo-nos para que as nossas acções seja de verdadeiros amor em 1º a nós e a todos os seres vivos.

  58. Luduvicm Alexandrum 19 de Dezembro de 2013 às 14:52 #

    Todos são especiais, e depois de ler alguns comentários, é fácil de de perceber que algumas pessoas, são especialmente parvas. Gostei bastante do texto. E a verdade é que o autor conseguiu provocar os “ofendidinhos”.que saltaram de imediato a reclamar a sua especialidade. Desde matemáticos a resolver a raiz quadrada do numero de habitantes da terra, aos fundamentalistas que se acham especiais apenas porque existem, tem sido um fartote de rir. Desejo a todos um Especial Natal. e continuem sempre a divertir-me. Bem Hajam

    • Maria 19 de Dezembro de 2013 às 15:35 #

      Disseste tudo ;)

    • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 15:57 #

      Exposto o cinismo que sustenta a bestialidade deste pseudo-intelectualismo que por aqui que se faz.

      Não há melhor sofista, do que aquele que cava a sua própria sepultura com a língua.

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:48 #

      muito assertiva, parabéns, felizes festas

  59. António Simões 19 de Dezembro de 2013 às 14:45 #

    E agr a minha pergunta é quem raio pode dizer quem é ou não especial ??

    • Etzel 20 de Dezembro de 2013 às 1:30 #

      A pergunta não deve ser “quem é especial?”, pois feitas as contas, TUDO neste universo é “especial”. (“Especial” aqui entendido como “único”.)

      Devemos sim perguntar é “quem é SUPERIOR?”, e não é coincidência nenhuma que esta tenha sido sempre a nossa pergunta.

      • Etzel 20 de Dezembro de 2013 às 1:37 #

        E quem pode “dizer o que é superior ou não”, é obviamente QUALQUER PESSOA, uma vez que o “dizer o que é superior ou não” é uma opinião e qualquer pessoa tem uma. Mas! Há opiniões mais valiosas do que outras! Nomeademente as opiniões dos seres superiores (lol).

  60. Leonardo Guerra 19 de Dezembro de 2013 às 14:00 #

    Olha, acabei agora mesmo de ler este texto e tenho a dizer que é ridículo. “tu não és especial”, “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial”, que é isto? A vida é para viver não para pensar como fazê-lo. Filosofias da treta…

    • Cátia 19 de Dezembro de 2013 às 14:19 #

      Leia até ao fim.

      • Leonardo Guerra 19 de Dezembro de 2013 às 14:32 #

        Eu estou me a referir a este texto e a todo este site em geral, que nos “espeta” aqui com uma racionalização de como se deve viver e como encarar a vida e blá,blá,blá… Para quê isto?! Para fazer sentir melhor as pessoas? A vida é para viver e ponto final! Não é preciso pensar!!!E cada um lá encontra as suas respostas. Quero lá saber se sou especial ou não. Faz alguma diferença ser especial ou não para viver ao máximo? Filosofias da treta…

        • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 14:53 #

          Pseudo-intelectualismos de gente derrotada e formatada por um socialismo pontuado pela extrema direita da plutocracia vigente. Depois tens estes “esclarecidos” do existencialismo que acham que é melhor andar aqui a levar no lombo sob um pressuposto que és melhor pessoa se não defenderes a tua integridade enquanto individuo. Estou um pouco farto destes tons de cinza pelos quais pessoas com convicções aparentes caracterizam a vida, quando é bastante claro, e especialmente em tempos de guerra, que ou tás no preto, ou tás no branco. Ou te revoltas, ou juntas-te ao rebanho. Estas ambiguidades morais metem-me nojo, não pela inerente ignorância que demonstram, mas pela incapacidade de perceber que os “probleminhas” desta geração são patéticos comparados com aqueles com que os nossos pais ficaram e os nossos filhos vão herdar. O poder ou é nosso ou matem-se e parem de ocupar espaço nas fileiras de quem quer lutar por um futuro. Chega destes fracos.

          • Leonardo Guerra 19 de Dezembro de 2013 às 17:57 #

            Olha, eu nem era para responder, mas já que não se fa mais nada aqui vai:
            1- Para dizer o que disseste não era preciso um texto tão grande.
            2- Para dizer o que disseste é mesmo necessário usar, para além de outras, expressões do género:”extrema direita da plutocracia vigente”? Por amor de Deus! Podes falar como gente normal que eu percebo na mesma. É que não serve para nada a não ser para evidenciar o teu alegado intelectualismo que para este contexto também não serve para nada. (até me admirei de utilizares a palavra nojo. Escárnio é mais bonito)
            3-Chega destes fracos???!!!!!!” AHAHAHAHAHAHAHAHAHA
            4-“Probleminhas desta geração e não sei quê…Oh amigo, o que é que isso tem que ver com o meu comentário??? Restringe-te só aquilo que é necessário. Só pela primeira frase deu para entender que eras intelectual.
            5-DERROTADO, eu? Não. Nunca!
            CONCLUSÃO – Não percebeste nada daquilo que eu disse, não tentaste entender e mais grave não respeitas-te a minha opinião. Podes fazer textos muito bonitos, mas a arrogância não se esconde. Integridade.

          • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:54 #

            essa 2 últimas frases, não sei porquê mas pareceu-me o Führer a dizê-las, enfim, espero que seja apenas coincidência…

        • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 18:02 #

          Eh bicho! quem fala isso não é gago!
          concordo em absoluto!

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 17:46 #

      Concordo!!!!

      • Leonardo Guerra 22 de Dezembro de 2013 às 19:21 #

        Não plagiei ninguém Toni. É coincidência caso ela exista mesmo.

  61. Sofia Anahory Garin 19 de Dezembro de 2013 às 13:22 #

    Então tu achas que as pessoas que fazem voluntariado não são especiais ? Tu achas que as pessoas que andam nas guerras não são especiais ? Tu achas que um senhor sem abrigo da Bulgária que doou cerca de 40.000 € para orfanatos públicos não é especial? Deixa-me realmente pasma pessoas que são mentecaptas e que vêm publicar uma coisa destas para a internet, tu sim podes dizer que não és especial . Mas sim há pessoas bem especiais !

    • Ricardo Matos 19 de Dezembro de 2013 às 13:48 #

      Lê até ao fim e está tudo dito… “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.
      O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.”!!!

      E mais, cada um tem direito à sua opinião e o autor acaba por dizer que há pessoas especiais…

      Pasmo fico eu ao ver pessoas tão limitadas na interpretação!!!

      • Cátia 19 de Dezembro de 2013 às 14:09 #

        Completamente de acordo!

        • Maria João Dias 19 de Dezembro de 2013 às 14:24 #

          Idem.

      • João Silva 19 de Dezembro de 2013 às 14:31 #

        Nem eu diria melhor!

      • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 15:14 #

        Pasmo eu ao testemunhar semelhante sofismo a chafurdar na mediocridade. Povinho de brandos costumes que leva no lombo e nos permitiu chegar a este estado mísero devido à sua cortês humildade e auto-depreciação. Escuta e escuta muito bem, meu ignóbil rapaz: Na minha esfera existencial eu não vou ser só especial. Eu vou ser Deus. Para que as pessoas que dependem de mim para comer possam um dia não terem mais com que se preocupar. Não cabe ao pardal ensinar à águia como voar. Se gostam da vossa humildade, remetam-se à mesma e calem-se.
        Estas sabedoriazinhas saloias serão esmagadas por homens melhores que vós enquanto o diabo esfrega o olho. É bom que se capacitem o quanto antes que estão muito aquém do que é necessário para sobreviverem a isto.

        A minha interpretação deste texto é esta e o resultado é o absoluto repúdio pelo mesmo e por quem o escreveu.

        • Alexandra 19 de Dezembro de 2013 às 15:28 #

          Devias escrever um livro.

          • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 15:52 #

            Está a ser escrito faz já algum tempo. Porém ainda não encontrei as respostas todas às perguntas que faço, por isso para já e no futuro imediato, trato de concretizar as minhas posições ideológicas para que um dia possa rematar tudo com um exemplo do que implica o apelo ao Mutualismo, à extinção das mono-culturas e das suas ciências políticas e o exercício absoluto da auto-determinação face à Distopia totalitária que habitamos. A minha esperança é absolutamente a contrária expressa neste texto: Cada homem e mulher – um líder; cada criança – o futuro da ciência e o incremento da sabedoria das gerações vindouras; cada comunidade – a vontade expressa de todos por todos pelo bem de todos.

            O pressuposto imediato da Utopia reside na força dos indivíduos que a materializam com os seus actos e a documentação das experiências que os levaram a idealizá-la. Enquanto não tomarmos a escolha consciente de concretizar estas coisas, podemos confortavelmente aceitar impossibilidades e estagnar neste pardieiro que é a Idade Negra da sabedoria humana.

            Nem que eu seja o único maluco no meio disto a proclamar oposição ao status quo, eu vou acreditar que sou mais do que aquilo a que a sociedade me vetou. Porém, como Agostinho da Silva antes de mim, eu faço o “favor de me cumprir”, em vez de vos delegar a competência de me caracterizarem como melhor vos convém.

            O acto de ter força é inexoravelmente o exercício de superação das condições. Não aceito qualquer outra definição para o existencialismo a esta altura.

            Antes que o meu livro chegue à sua conclusão, é favor reflectir nestes pontos nas perspectivas que vos assistem, ao invés daquelas que vos foram impostas.

        • Ricardo Matos 19 de Dezembro de 2013 às 16:25 #

          Quanto à caracterização que da minha pessoa faz, abjecta é a forma como se dirige a mim. Não me conhece para me qualificar como tal.
          A não concordância com o que está escrito é um direito que assiste a todos e do qual ninguém se deve apartar. Saliente-se é o facto de não podermos referir que o texto diga algo que não diz…
          No entanto, ilustre senhor, conquanto haja seres que possam sobrepor-se a outros em virtude das suas posições, o que nos faz tornar especiais é invertermos o ciclo e provarmos que tudo ultrapassamos.
          Não queira destacar-se pela crítica barata, apesar de utilizar palavras caras. Destaque-se por uma opinião bem demarcada e fundamentada e dê espaço a que as dos outros também existam.
          Passe bem e boa sorte com a sua obra.

          • catia 19 de Dezembro de 2013 às 19:29 #

            Adorei.

          • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 22:34 #

            A sua opinião é irrelevante. E é assente nas ossadas de pessoas com opiniões como a sua é que a história nos provou que homens sem escrúpulos implementam escravidão e manipulam sociedades à canibalização das suas comunidades, sob pretextos de boa índole e do politicamente correcto. Se a sua estupidez flagrante lhe impede de ver onde a “porca torce o rabo” relativamentente a este tipo de mentalidade, é algo que lhe assiste a si exclusivamente.

            Eu reitero, para cada alminha estupida que veio a este post defender a honra deste pseudo intelectual que vem para a internet cagar postas de pescada. Nós não andamos aqui para desvirtuar o nosso potencial em favor de máximas como “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.”

            A honra é e sempre será mais importante que a vida. Grandes homens e mulheres do passado fizeram o obséquio de vos exemplificar isso com gestos de extrema coragem, altruísmo e força, que em nada se prendem com falsas humildades ou intenções de se “integrarem” na massa daqueles que os viram cair por prinicipios defendidos.

            Dos fracos que este texto faz a clara apologia, não reza a história. E apenas vejo aqui uma fila interminável de candidatos a perpetuar a mediocridade do povinho que representam. Mansos. Espezinhados. Formatados. Cadáveres.

            Eu NUNCA serei como vós.

        • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 20:01 #

          Olha, sabes porque é que o pais está no estado em que está?
          então lê bem
          Temos os pobres que se acham especiais e que o governo lhes deve um trabalho. É claro que não discordo que o governo deveria incentivar o emprego, mas não o deve a ninguem.
          Temos os ricos que porque tem dinheiro acham que são especiais e não deviam seguir qualquer regra ou pagar o que quer que seja.
          E temos os pseudo-intelectuais que só sabem dizer mal de tudo, e insultar toda a gente á sua volta.

          queres saber quais são as pessoas especiais?
          São aqueles que em vez de se queixarem, fazem alguma coisa das suas vidas. São aquelas que quando se vem na merda, em vez de porem as mãos na cabeça e assumnirem a posição fetal, vão para a rua á procura de emprego. São aqueles professores que em vez de reclamarem porque são efectivos e tem de ser avaliados, fazem o seu melhor para ensinar, pois é esse o seu trabalho.
          São os estudantes universitários que vão para a universidade, não porque lhes dará dinheiro mais tarde, mas porque querem aprender algo que gostem, e quando acabam a licenciatura, ou o mestrado ou ainda o doutorado, fazem-se á vida e lutam para ser as melhores pessoas possiveis.
          é claro que provavelmente vais ler isto e pensar que tu és o dono da razão, mas meu caro, o dono da razão é aquele que no fim do dia segue as suas crenças e opiniões, e grita, e com esse grito consegue mudar as coisas para melhor

          ‘cá dica

        • Etzel 20 de Dezembro de 2013 às 1:54 #

          Gens Liberi, és um pretensioso de merda. Aprende a escrever antes de publicares o teu livro, pode ser que as tuas “ideias” comecem a fazer algum sentido.

      • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 19:16 #

        Concordo plenamente consigo, é vergonhoso as pessoas criticarem algo e não se darem ao trabalho de compreender , e analisar principalmente.
        O problema da nossa humanidade é mesmo esse , é não saber pensar! Este texto faz todo o sentido , e se tudo fosse relativo e fosse por opiniões não havia regras. A principalmente mensagem deste texto é as pessoas viverem realmente por elas próprias não para agradar os outros. O que é o que a maioria da população faz e é por isso que não sabem viver . As vezes a simplicidade é o triunfo e este texto tem isso , é simples e o receptor compreende claramente o que se pede e a verdadeira realidade que as pessoas por vezes não querem admitir. Pois bem , é viver com os pés assentes na terra !

    • Tomás 19 de Dezembro de 2013 às 22:14 #

      Fica sempre bem comentar quando não se lê o texto até ao fim, ou quando não se consegue interpretar. O autor do texto não acusa ninguém, nem diz que quem lê o texto “não é especial” ele está a escrever e a pessoa que o lê, é que se identifica se “é” ou “não” especial, consoante a sua própria interpretação da sua própria vida…
      Se lesses até ao fim poderias ler “…então é porque te tornaste em alguém especial…” Lê o texto e depois comenta s.f.f. .
      Com essa resposta só demonstras-te que deixas tudo a meio, seja textos seja a tua própria vida, e como tal ainda te falta muito para te tornares especial… Podias começar a terminares o que começas, já seria um começo…

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 14:59 #

      com certeza que essas pessoas são especiais e que entenderiam o texto do autor e o respeitariam, mas já agora qual foi a sua grande obra que a faz sentir tão superior a ponto de ficar tão ofendida?

    • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 19:35 #

      Cada um à sua maneira, todos somos especiais. Todos diferentes, mas todos iguais. E da mesma espécie!
      Aqueles que se consideram mais especiais dos que os outros, que se desenganem porque aos olhos de Deus, somos todos iguais.
      Bem hajam!

  62. Fernanda Santos 19 de Dezembro de 2013 às 12:54 #

    Eu nao concordo nem discordo completamente com o texto. Não gosto do título mas compreendo a sua função no texto. No fundo o conteúdo é bom mas a forma como foi transmitido não foi a melhor, ou melhor as palavras escolhidas não passaram devidamente a mensagem.

    Acho que o que o texto quer dizer é que não nos devemos sentir pequenos príncipes apenas porque nascemos. As outras pessoas, tal como os nossos país não têm que nos levar nas palminhas e nos dar tudo de bandeja só porque nascemos. Por essa razão temos de lutar por nós e não podemos ficar amuados quando a vida não nos deu isto ou aquilo pois se não nos deu, a culpa é nossa e não dos outros.
    No entanto, acho que a frase “tu não és especial” ganha um sentido duplo indesejável na forma como está aplicado. Cada pessoa, apenas por ser um ser humano, é especial. É especial devido às capacidades diferenciais que tem em relação a outros animais e também porque, cada pessoa é única e toda a gente tem algum tipo de valor.

    Por essa razão, o título é sensacionalista, ainda que a mensagem final seja importante.
    Lutem pelos vossos sonhos e tornem-se cada vez mais especiais. Este mundo precisa de gente boa e realizada!

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 13:01 #

      Muito bom comentário.Ninguém é especial,mas às vezes ele há pessoas que parece que levam o mundo ao colo,embora evidentemente… (como não sou nada de especial,limito-me a um comentário anónimo)

    • Vítor Marques 19 de Dezembro de 2013 às 13:15 #

      (Cada pessoa) “É especial pelas capacidades diferenciais que tem em relação a outros animais e também porque, cada pessoa é única e toda a gente tem algum tipo de valor.”

      Por essa lógica de argumentação então cada animal é também especial, porque também tem capacidades diferenciais em relação aos outros animais…

      E há com cada sonho fútil e perigoso, como fama, luxo, ganancia, poder…
      Este mundo precisa é de gente eticamente civilizada, interventiva e esclarecida!

      • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 17:55 #

        Vtor e porque é que os animais não são especiais?, é que a maior especialidade do Animal Homo sapiens sapiens, é criar a capacidade de se autodestruir assim como aos outros seres vivos`, essa é a verdadeira especialidade do ser humano, usar esse privilégio em relação aos outros seres vivos, a inteligência, para os destruir e a si também, grande especialidade sim senhor…

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 17:43 #

      sinceramente Fernanda, só acho que o Título e todo o texto pode ganhar duplo sentido porque mexe com o ego, nada mais, se nos elevarmos um pouco mais acima no nosso ego, então o título funciona apenas como um alerta, do género ” achas-te muito especial? então olha a tua volta e vê quantas pessoas são tão especiais como tu e o pouco que têm, só o conseguiram com muito sofrimento e não deixaram de ser humildes”, por isso é apenas um “abanão a nossa falta de humildade que por vezes nos faz sentir com direitos especiais porque estudamos, porque trabalhamos, porque nascemos, por tudo e mais alguma coisa, achamos sempre que temos todos os direitos, sem quaisquer obrigações e deveres, e pelo que vi nos comentários…

  63. ruter 19 de Dezembro de 2013 às 12:22 #

    “O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.” isto sim é o essencial do texto…..

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 17:56 #

      exactamente Ruter

  64. Cátia 19 de Dezembro de 2013 às 12:19 #

    É TUDO UMA CAMBADA DE BURROS QUE FALAM E LADRAM E NEM METADE DAS PALAVRAS QUE O “AUTOR” DO TEXTO DISSE, COMPREENDERAM. VÃO TODOS DAR UMA VOLTA COMODISTAS!

    • blitzkrieg 19 de Dezembro de 2013 às 12:51 #

      Uau. Tu sim, és especial. Parabéns.

      • Cátia 19 de Dezembro de 2013 às 13:47 #

        Agradecida meu caro/a.

      • Bianca 19 de Dezembro de 2013 às 14:29 #

        :))

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 16:50 #

      “Citação”O grande inimigo da ignorância não é o conhecimento, é a ilusão do conhecimento.
      Parabéns Catia!

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 19:26 #

      Eles não chegam lá. Para quê tentar.

      • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 21:01 #

        Não chegam lá onde? Ao comentário tosco, agreste, grosseiro e inconsequente?
        Eu não chego nem quero chegar, e tu?

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 18:00 #

      certamente também não é tendo uma reação como esta que te vais tornar alguém especial Cátia, sem dúvida que o texto não incentiva a este tipo de resposta, há que ter alguma contenção na linguagem, embora em parte esteja de acordo contigo, mas o insulto é sem dúvida a forma que menos valoriza a nossa opinião

  65. Alex Carvalho 19 de Dezembro de 2013 às 12:16 #

    Na minha opiniao, todos os que criticaram de forma negativa este texto é porque não o entenderam.. e de certa forma “querem ou acham-se especial”.Ninguem é especial(sei que nao vao entender)

  66. Joana d'Oliveira 19 de Dezembro de 2013 às 12:14 #

    Parabéns!! Que texto excepcionalmente bem escrito, que vai exactamente ao cerne da questão de um dos maiores problemas da himanindade: o egoísmo! Adorei!!! Realmente não somos especiais e, curiosamente, o nosso maior poder, a mario diferença que podemos fazer no mundo, só acontecem apos tomarmos consciência desta realidade!!

    • Toni 22 de Dezembro de 2013 às 18:01 #

      like

  67. JC 19 de Dezembro de 2013 às 11:20 #

    Só por nascer a pessoa ja passa a ser especial.. ha coisas com sentido e sem sentido neste texto.. o que pra mim e um texto idiota..o ser especial e ser o que esta sempre a um passo a frente em alguma coisa e o que cativa mais sentimentos nos seres humanos a volta , e o ser honesto e ter um caracter digno e ter dignidade e ser ” humano” neste mundo “selvagem” e ser querido/a por outros e despertar sorrisos no rosto ate dos mais resmungoes e fazer o bem e fazer a diferença… ser especial nao e ser famoso e ter dinheiroe sim ter amor e carinho dado por outra pessoa ou pela sociedade.. por tanto texto IDIOTA e sem muito sentido ao autor que escreveu esta treta, se existe 7 Bilioes de pessoas no mundo entao de alguma forma essas 7 bilioes sao especiais… Honestidade , caracter e ação !!

  68. Aurélia 19 de Dezembro de 2013 às 9:35 #

    Qualquer pessoa na sua essência é especial, no seu mais pequeno contributo para o desenvolvimento desta sociedade da onça, só um cego é que não o vê, andar a espezinhar quem quer que seja desta forma é lamentável, digno de alguém que quer ser especial, talvez porque no fundo na sua essência ainda não encontrou a sua razão de estar.

  69. Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 9:05 #

    Isto para dizer, caso não tenha sido suficientemente claro, que não subscrevo mentalidades neo-marxistas onde o indivíduo encarece de relevância para se poder “encaixar”. A sociedade que querem constituir com isso é um nojo e terá oposição de quem nunca foi especial e que anda a pagar as favas da descriminação nojenta que se promove no seio desta juventude. Podem enfiar as hipocrisias e a moralidade distorcida nos buracos daquilo que restar quando o Estadismo acabar de nos fazer a folha e expulsar o resto dos fraquinhos deste país. Quem vai mandar aqui não vai ser quem regressar dos seus desterros. Vou ser eu, que fiquei aqui para defender o que é meu.

    • Aurélia 19 de Dezembro de 2013 às 9:23 #

      Fia-te na virgem e não corras, até o rabinho te comem.

      • Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 9:42 #

        Depende da fé que tiveres naquilo que és capaz de fazer e na tua capacidade de discernir má fé de lei e protecção de opressão. Existem maneiras de sobreviver a isto. Restam porém a quem tem o engenho da superação em vez da formatação para o rebanho. Eu nunca fui considerado especial, mas a minha vidinha atirou-me para a trituradora desde cedo. Sei bem que sou mais forte que a maioria, pois ando a lutar desde o tempo em que o pessoal da minha idade ainda andava a dormir e entretido com as modas e fait divers. Agora piram-se todos porque não se aguentam à barra, deixam os paizinhos aqui a pagar contas e vão, salvo excepções, para os campos de escravos desta UE proto-comunista com a esperança que se forem carneirinhos bem comportados, ainda vão estar aqui quando acabar a intemperança. Pois a mim não me comem no rabinho a não ser que queiram ficar sem os respectivos. Um cão encurralado ainda é dos animais mais perigosos do mundo natural. É bom que fracos como tu se lembrem disso quando não houver por onde escapar.

  70. Gens Liberi 19 de Dezembro de 2013 às 8:53 #

    Este texto quer fazer florzinhas temperadas pela tempestade. Discordo fundamentalmente da premissa pois eu não estou prestes a baixar as calcinhas para ser violado por esta sociedade em prol de obter algum semblante de mérito. Quem quiser fazer mal a mim ou aos mesmos será esmagado violentamente. Eu posso não ser especial, mas ainda tenho unhas e dentes.

    • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 21:00 #

      Parece-me mais conversa de terrorista ou valentão das dúzias!

    • PeterPan 28 de Dezembro de 2013 às 21:29 #

      Tantas palavras caras nao sei para que, cá para mim foram-te mesmo ao cu , ai nao tu e que foste ao cu a nao sei quem, ja nao percebo nada, falas cu prali cu para acola, tens que ir ao psicologo que essas experiencias com tanto cu envolvido afetaram-te a tripa e ai os canos e agr so te sai shit pela boca. vai escrever as tuas palavras caras e frases tiradas da net e de livrinhos para o pride enquanto te amassam o traseiro. Lá tens muitas pessoas (sem querer faltar ao respeito a nenhuma delas) que te irao compreender e onde poderas desenvolver conversas muito interessantes a volta de cus e cus.
      Ves nao precisei de grandes palavras e grandes sabedorias nem mesmo um desenho, tas a acabar de ler e aposto que ja percebes-te ;)

  71. Cânone esquina 19 de Dezembro de 2013 às 3:52 #

    Concordo em grande parte com a mensagem de “alerta” do texto, mas não entendo que o uso do ” não és especial” seja adequado. Tal como outras qualidades, o ser especial (é ser considerado) não é propriedade intrínseca de nenhum ser humano.Somos seres sociais e essa qualidade só emerge da relação de um individuo com outros. Portanto, nós é que atribuímos sentido às acções, comportamentos, interacções, no fundo, às pessoas. Tem uma componente fortemente subjectiva. Tal como exemplifica “Namorar porque adoras a pessoa que está contigo, não porque não aguentas estar sozinho” .Nesse sentido, considera-se essa pessoa especial, adorável, amorosa…Sou eu que atribuo esse sentido à pessoa, e é algo que diz respeito a mim e à pessoa. Se usassemos essa sua lógica do “não és especial”, não seríamos, nem bons, nem maus, não haveriam adjectivos, rótulos ,classificações, em última instância, nem moralidade, ética e valores.

    • Catarina Afonso 20 de Dezembro de 2013 às 1:37 #

      É uma metafora. Tente abordar o texto como aquilo que ele é, um texto poetico, uma dissertação literária. O autor toma liberdades “artistiscas” para transmitir a sua mensagem. A ideia que uma pessoa não é especial so por se achar especial. Não vai conseguir atingir as suas metas so por achar que as merece. A pessoa não é especial por achar que deve ser, é especial por fazer por isso, por lutar, e trabalhar e agir a cada dia para ser o seu melhor eu, para conseguir mais e portanto para ser especial. Uma pessoa é alguém quando faz por isso, Isto não é um artigo cientifico, nem um texto politico, não é uma teoria filosofica fundamentada nem um formula matematica, é um texto poetico, há que intrepertar as palavras por mais do que aquilo que lá está.

  72. Pulgas nas Costas 19 de Dezembro de 2013 às 2:23 #

    Aceitem ou não aceitem o texto, trata-se de uma opinião! Agora deixem os números em paz, como diria o outro ‘é uma questão de fazer as contas

  73. Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 0:31 #

    Depois destes comentarios o texto ja nao interessa nada.Voces davam todos bons politicos. Falam muito mas nao dizem nada!

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 0:44 #

      O que é que estás aqui a fazer? És tu o Deus desconhecido? Vai trabalhar malandro!

  74. Especial do dia: sardinhas assadas com pão alentejano 19 de Dezembro de 2013 às 0:01 #

    O autor deste texto não é especial, logo o que escreve passa-me um bocado ao lado porque, convenhamos, não é especial.

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 0:21 #

      Descordo! O autor é especial, a mensagem na sua essência é especial, não sejamos fundamentalistas.
      Agora que rescreveu este texto e colocou algumas frases a bold, esses sim, são candidatos á casa dos segredos. Copiam mal e vulgarizam uma ideia especial.
      Ainda há originais e muito para descobrir. Comecem por se descobrirem, comecem por perceber em que é que são bons. Vocês precisam da terra e a terra precisa de vós.

  75. humberto 18 de Dezembro de 2013 às 23:43 #

    Depois de ler algumas destas ideias de pessoas que estudaram platão e companhia ! eu que não estudei nada aparte o Molière tenho a declarar que ajudei muita gente sem estar á espera de recompensa ! Os que estudaram aprenderam que flano tal escreveu á mil anos que ajudar era receber algo em troca etc.. MANHOSOS são ..

  76. Bruno Almeida Garcia 18 de Dezembro de 2013 às 23:05 #

    Ler isto é uma comédia.
    Adorava ver esta gente toda numa sala grande ,a dizerem as coisas na cara uns dos outros. Havia de ser o pandemónio! LOL

    • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 21:05 #

      Todos num palco e nós a assistirmos na plateia! Eh, eh!

  77. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 22:23 #

    Adorei!

  78. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 22:19 #

    Blá blá blá whiskas saquetas…

    • Gonçalo Pimentel 19 de Dezembro de 2013 às 1:40 #

      +1

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 10:53 #

      +

  79. Paulo Adelino 18 de Dezembro de 2013 às 21:00 #

    em filosofia se diz que: “nada se faz sem interesse” ou se quisermos: “nada se faz sem uma segunda intenção”! a verdade é crua mas também vem nua, só não vê quem não quer! por exemplo:quem dá uma esmola na porta de uma igreja acha que está mais perto do céu, o egoísmo está patente em qualquer ação que um ser humano possa tomar, se eu devolver uma carteira cheia de dinheiro a seu dono estou a pensar na minha integridade pós vida e não só, se deitar fora a carteira e recuperar o dinheiro estou a pensar no meu bem estar enquanto vivo. Hipocrates deu o seu nome à hipocrisia mas ele era realmente um santo quando comparado com a verdadeira intenção do ser humano!

    • Johnny 18 de Dezembro de 2013 às 21:33 #

      Isso não é bem assim, já ajudei pessoas apenas porque via q tavam em dificuldades e se eu gastasse 5 min. da minha vida e algumas forças fazia-as feliz e realmente ajudava, e nunca fiz isso a pensar em nada em troca, até houve vezes q os idosos me davam uns trocos pa ir beber café ou assim, e eu recusava não para parecer bem porque eles precisavam mais do que eu

      • JZ 18 de Dezembro de 2013 às 22:18 #

        Se não ajudasses essas pessoas ficavas a pensar nelas e no que elas estavam a passar, e esses pensamentos não são agradáveis para ninguém. A escolha que fizeste, ainda que não te apercebas, foi a perder tempo, 5 minutos ou o que fosse, para não pensar mais nisso, para te livrares dos maus pensamentos. e isso acaba por ser egoísta.
        É impossível não o ser, mais vale admiti-lo e retirar à palavra a sua conotação tão negativa

        • Diana 18 de Dezembro de 2013 às 22:57 #

          Isso significa que ajudar quem quer que seja acaba por ser sempre egoísta. Ou seja, altruismo é algo que não existe? Por essa lógica parece mau ajudar as pessoas.
          Eu acho que há pessoas altruístas, e independentemente da razão pela qual se se ajuda alguém, a partir do momento em que o dia desse alguém se torna melhor já é algo bom.

          • Etzel 21 de Dezembro de 2013 às 14:15 #

            Exacto, o conceito de “altruismo” é completamente vazio, não corresponde a nada real. É incrível a quantidade de palavras neste mundo que não significam nada. “Altruismo”, “paz”, “justiça”, “igualdade” são apenas alguns exemplos.

        • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 21:08 #

          JZ, estás a falar de ti quando julgas os outros, sabias?

  80. Mercedes 18 de Dezembro de 2013 às 20:27 #

    Ao vaguear pelos comentários achei curioso haver tantas personagens a darem razão ao texto precisamente na sua tentativa fútil de o contrariar. O ser humano é assim, gosta de refilar quando não tem nada de útil a acrescentar, gosta de ser ” faisão ” de abrir o leque e de abanar umas quantas vezes as resteas de penas, quem sabe, pode ser que alguém se aperceba da sua misera existência…

    Bom, a mensagem do texto é encorajadora, não importa se tem 3000 palavras ou 300 (não andei a contar e a fazer estatísticas, quem quiser e tiver tempo para mesquinhices força). A intenção parece ter sido boa.

    Não vejo onde há lacunas para enfiar ferrões aqui quanto à intenção. Não sei se algum dos comentadores conhece o autor pessoalmente, não é o meu caso portanto abstenho-me de comentários pessoais sobre um sujeito desconhecido.

    A única coisa que acrescento, e é um detalhe ou um breve preciosismo é a questão do ” ser especial ” porque é que haveria de ser um objectivo ou prioridade e o que é ” ser especial ” a definição vem patente em alguma biblia linguísitca e moral?

    Façam-se menos corruptos e mais pessoas com valores e o resto, sinceramente, que se lixe.

    Especiais, semi especiais ou especiais de todo, havendo respeito e boas condutas socias, não me interessa muito o resto, morrer morremos todos, que seja de uma vida honesta.

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 0:53 #

      Não posso estar mais de acordo! Não há nada para contrariar, apenas há que denunciar a apropriação de uma ideia original e a transformação da mesma num texto vulgar e sublinhado. Alguém dizia, blá, blá, blá, saquetas de wiscas e muito bem. É uma canseira ver gatinhos armados em gatões!

    • Catedrático. 19 de Dezembro de 2013 às 6:00 #

      É interessante ver a opinião de alguém que nitidamente não entende nada de semiótica, filosofia e de simples analise de texto.
      E depois ainda utiliza uma “moral de café” apenas para categorizar pessoas, dizendo depois que não o faz. A agonia de ver um peixe a tentar respirar fora de água, é o vejo na Mercedes.
      Diz que intenção do autor parece ter sido boa, assim lhe parece por uma simples razão, partilha a mesma falta de bom senso, sentido moral e sensibilidade. E depois das acusações ainda têm o desplante de falar de boa conduta social, que comédia trágica!

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 12:47 #

      Boa!

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 14:36 #

      Apoiado!

    • Rodanoar Vizelabtt 16 de Janeiro de 2014 às 16:24 #

      excelent……

  81. João 18 de Dezembro de 2013 às 20:19 #

    Não gosto, não que me sinta intitulado a coisa alguma. Mas porque existem barreiras que simplesmente não se conseguem transpor flutuando numa “leveza do ser”, são impostas pelas circunstâncias (cada vez mais inflexiveis). Apesar de compreender, não consigo deixar de analisar o texto, concluindo que o escritor é possivelmente alguém que parte de uma posição privilegiada, alguém que nunca enfrentou um verdadeiro adamastor. É despropositado.

  82. Yannick 18 de Dezembro de 2013 às 20:15 #

    Nunca na minha curta vida pensei ser possível existir tanta gente a sentir-se atingida por um texto de que nada fala, mas no fundo tudo diz.
    Não está a fazer juízos de valores, simplesmente a meu ver faz uma critica construtiva, que por um lado, é crua e dura como realmente deve ser, mas por outro generaliza e inexplicavelmente somos nós que contextualizamos algo para uma determinada situação já vivida, ou simplesmente pela qual nos identificamos, e como o ser humano é fraco ser, sentimos-nos ameaçados e atacados por tal…

    Vou só deixar uma breve questão para todos aqueles que se sentem indignados e quiçá justiçados

    Já retribuis-te-te tudo aquilo que os teus pais te deram até hoje?

    Boa noite meus amigos

  83. Filósofo de trazer por casa 18 de Dezembro de 2013 às 20:00 #

    Que raio de texto é este? É do tipo diz que não diz, pois diz umas coisas e depois contradiz? Se querem filosofar, ao menos aprendam antes o que é filosofia, pois este texto não tem ponta por onde se pegue.

    O mundo precisa de mim? Podem dizer-me para quê?

  84. zico43 18 de Dezembro de 2013 às 19:41 #

    “O caminho vai ser longo e difícil. ”
    Caminho difícil para quê? Morrer?

  85. LINKGUARD OFF 18 de Dezembro de 2013 às 18:24 #

    não é essa a questão. é o ponto de vista. eu sei que eu sou especial porque sei que para aqui chegar evolutivamente foi uma odisseia. aparte o facto de termos em nós aquilo de que é composto o universo, o que já só de si é fantástico, também sei que tenho o poder de percepcionar o que me rodeia e ter consciencia. se isso não faz de mim especial, não sei o que fará. e desculpa a franqueza mas parece-me que quem escreveu o artigo sofre de algum problema relacionado com rejeição social e amorosa, incorrendo em erros grosseiros tais como o de que a sociedade não te deve nada. deve deve. quando se paga algo à sociedade tais como descontos ao estado, impostos e outras coisas parecidas, a sociedade fica-nos a dever. assim como tu lhe deves a ela. ou isso ou faz-se como no filme “Into The Wild” rumo ao exilio, à floresta selvagem sem pessoas…

  86. Mariana 18 de Dezembro de 2013 às 17:53 #

    O que é que interessa se a ideia não é original? Nos dias que correm, ideias originais são quase uma utopia.

    Em vez de criticarem só porque sim, epá façam uma coisa diferente e como diz o brasileiro “enxerguem!”

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 18:23 #

      A originalidade da mensagem, penso ser o menos importante, compreender, interiorizar será o melhor para todos nós.

      • Moody Mary 18 de Dezembro de 2013 às 18:33 #

        Pois!!

        • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 19:30 #

          Desde que a minha especialidade, não interfira com a liberdade dos outros, Sou especial como, quando e onde quiser.

      • Filósofo de trazer por casa 18 de Dezembro de 2013 às 20:12 #

        Interiorizar o quê? O contrário do texto? É que só pode.

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 18 de Dezembro de 2013 às 23:50 #

      “enxerguem!”
      O que eu enxergo é que prefiro uma boa cópia a um mau original e este artigo não é uma coisa nem outra!!

      • Maria do Céu 28 de Dezembro de 2013 às 21:18 #

        Este sujeito não para de bater na mesma tecla! Irra, já cansa!

    • A um Deus desconhecido - John Steinbeck 19 de Dezembro de 2013 às 1:05 #

      A originalidade não importa? Então porque escolhes a tua roupa, o teu calçado ou o teu corte de cabelo? Vinhas para a rua de pijama e o que importa eras tu!!
      Acho adorável quando alguém me proporciona um momento de reflexão e cita alguém.
      Agora corvos? Não muito obrigado.
      Roubar é feio? Minha menina!

  87. Francisco 18 de Dezembro de 2013 às 17:44 #

    Nunca quis ser especial nem para os outros nem para o mundo.
    Apenas quero… SER.
    Também não quero ficar nunca a dever nada ao mundo e exijo que o mundo nunca me fique a dever nada a mim.

  88. A um Deus desconhecido - John Steinbeck 18 de Dezembro de 2013 às 16:41 #

    É interessante a ideia, mas além de não ser original e o texto ser um aglomerado de mensagens de Coaching, denota uma procura de identidade de quem a reescreveu.
    A fotografia está bonita, não faz jus ao texto.
    Um abraço do,
    Sou especial para todos aqueles que precisam de mim e para aqueles que sem saber também precisam.
    Acabei de fumar um cigarro na rua, apaguei-o na sola do sapato e segurei o filtro na mão até ao caixote do lixo mais próximo.

    • Anónimo 19 de Dezembro de 2013 às 14:22 #

      Gostei

  89. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 16:35 #

    Tens razão, não sou especial, nasci no meio de um paradigma com uma escala para lá da minha habilidade de compreensão, são-me dados nenhuns concretos por onde pegar para lá do “alguma coisa em algum lado está a pensar por ti”, pelo que não posso provar nada, nem sequer a minha própria existência. Como se isso não fosse aterrorizador e desnorteante que chegue, sou alimentado a sensações de miséria, dor e esmagadora desesperança com ocasionais e efémeras erupções de felicidade que parecem só existir para providenciar um contraste e dar significado ás coisas más, enquanto vejo outros seres como eu mas menos inteligentes e menos merecedores a ter todas as riquezas do mundo aos seus pés enquanto que tudo em que eu toco se transforma em merda.

    Eu não sei bem quem é este espectáculo e não sei se há alguma maneira de o escapar, mas se for teu, seja quem fores podes esperar que eu nunca te ponha as mãos em cima ou enfio-te a pés juntos numa lixadeira industrial para que possas apreciar inteiramente o extento da minha gratidão.

  90. daniel proença 18 de Dezembro de 2013 às 16:15 #

    Por as pessoas terem a mania serem especiais quem se lixou fui Eu, porque quando entrei na Universidade em Medicina as pessoas da minha aldeia deixaram me de falar. SABEM porque INVEJA porque ele consegui entrar em Medicina e eu não ??? Eu é que sou especial ele é nerd!!

    Já agora aproveito para dizer que no meu curso 99% dos rapazes e 50% das raparigas de Medicina tem a PUTA DA MANIA que são especiais

  91. Pedro Tanger 18 de Dezembro de 2013 às 15:59 #

    Impecável! Gostei. simples. Mensagem clara.
    Se fosse dizer mal tinha de deixar o meu nome em “anónimo” não é? Porque eu sou especial, não quero tingir a minha especialidade com o meu nome! Ah, não, espera, então sou anónimo mas isso não posso ser! Então sou especial só nas coisas que faço bem. Se vou dizer mal já sou só anónimo…dar o nome implicava consequências. Espera, ser especial implica assumir as consequências, ai! Estou confuso! Não gosto do texto!

    Tiveste bem!
    Pedro Tanger

  92. Rita 18 de Dezembro de 2013 às 15:57 #

    Adorei o texto, compreendi-o perfeitamente, e o mais importante retirei o suco da mensagem. Agradeço estas palavras! Desejo muita luz e continuação de uma excelente inspiração.

  93. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 15:42 #

    Tanta gente a mandar pedras, não dá para acreditar. Tanto “racionalismo barato”. Tanta falta de amor.

    • Mercedes 18 de Dezembro de 2013 às 20:30 #

      Bonito comentário, gostei.

  94. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 15:28 #


    Não é propriamente original como podem ver. A ideia em si, tem mais de 1 ano. Resumindo: Roça o plágio.

  95. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 15:23 #

    Não gosto do texto. É básico e não tem nada de especial.

  96. Naoquero 18 de Dezembro de 2013 às 14:38 #

    Mas se eu não sou especial e sou só mais 1 em milhões, pq raio é que o mundo precisa de mim? Essa do mundo precisar de “mim” é sentimentalismo barato a verdade é que, de facto, não somos especiais e somos todos substituíveis.

  97. Não 18 de Dezembro de 2013 às 14:23 #

    Fight Club much?

  98. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 12:47 #

    Estes “textinhos” condescendentes de gente que escreve a olhar os outros de cima já fartam. Textos à Facebook, com mensagens utópicas que supostamente nos “inspiram” não são mais do que desabafos frustrados que quem os escreve.
    Não sou especial? Claro que sou. A minha vida é especial porque é minha e só minha, tem data limite e só tenho uma. Sentir-se especial é dar valor à própria vida.
    Não é preciso ser-se arrogante, egoísta e egocêntrico para sentires-te especial, isso já são escolhas, mas cada um sabe de sim e que significado quer dar à sua vida.
    Se não dás valor às tuas vivências e experiências (estudos, emprego, aventuras, família, amigos, amores, etc,), então não tens amor próprio.
    O mundo não te deve nada, mas tu também não deves nada ao mundo, deves a ti.

    • Sara Cadeco 18 de Dezembro de 2013 às 13:37 #

      obrigada!! isto mesmo.

    • PAF 18 de Dezembro de 2013 às 13:40 #

      Repara no ultimo parágrafo: “O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.”
      – O inesperado olha não para “és especial” de sentimento, mas em “alguém especial” – de pessoa, para os outros.

      “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.”
      – a vida é demasiado importante para isso, porque se dermos o nosso melhor o sentir especial vem por acréscimo, mas será que estamos a caminho desse “alguém especial”? pois ao reler o 3º parágrafo. Estão a perceber que o inesperado procura uma outra atitude, uma outra raiz para as razões que nos devem mover, viver (melhor) e aí sim, em tornarmos especiais?

      Agora, não percebo do seu comentário “Não é preciso ser-se arrogante, egoísta e egocêntrico para sentires-te especial, isso já são escolhas, mas cada um sabe de si(m) e que significado quer dar à sua vida.” e no final “O mundo não te deve nada, mas tu também não deves nada ao mundo, deves a ti” – parece-me uma contradição de ideias – porque pelas frases é propõe a pessoa viver para si mesma mas depois afirma (e bem) que não é nesse caminho que alguém se sente especial.

      Qual o caminho proposto? “és tu que deves muito ao mundo.” (…) porque “O mundo precisa de ti. E tu precisas de viver o melhor que tens.” – não tenham medo de não se sentirem especiais durante esse caminho, a decisão é vossa, mas que a consequência tenha efeitos positivos no outros que te rodeiam “apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento”

      • AJ 18 de Dezembro de 2013 às 15:10 #

        Bom, eu cá acho que a própria vida já é confusa (e cheia da máxima ironia!) q.b. Agora ir daí ao extremo de dizer que ninguém é especial e depois explicar que é no modo como falhamos e encaramos esses falhanços que nos tornamos em alguém especial, também é um pouco contraditório… E dizer que todos somos especiais não importa o que nos digam também não está completamente certo, depende de muita coisa, nomeadamente de quem somos, e ao mesmo tempo para quem somos especiais… Se calhar o melhor pintor é especial para os estudantes de Arte, e para os leigos, não tem nada de especial. Acho que reduzir isto ao ser-se ou não se ser especial, é quase o concurso da Miss Universo. É um bocado treta… Já vi tanta Miss Universo e acho sempre que o meu amor é que devia ganhar… Eh… Isto de sentimentos é muito relativo, não podemos ser assim tão redutores. Mas podemos tentar simplificar. Digamos que cada um é especial à sua maneira, mas que no geral não deveríamos tentar ser (sempre) especiais por causa dos outros, mas sim (mais) por nós próprios, e que o resto virá (em geral) por acréscimo… Não sei.
        Acho que a vida já é suficientemente complicada sem termos cada um a complicar os mais ínfimos detalhes à sua maneira…
        No fim de contas, somos todos especiais e ao mesmo tempo não somos. E se cada um deve algo ao mundo, então o mundo deve alguma coisa a cada um de nós… Não podemos é esperar que tudo o que desejamos nos caia do céu, nem todos nascem com as mesmas possibilidades… Devemos a nós mesmos, aí concordo. É preciso ir à luta! Acho (na minha infinita ignorância) que é mais por aí… Mas cada um vive à sua maneira, julgo que cada um tem o direito de ser feliz como, quando e com quem quiser. Desde que não transgrida a lei…
        Não vale a pena complicar mais… Por favor. Mas isto sou eu, como digo, sou um ignorante.

        • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 20:26 #

          A melhor análise sem dúvida! Parabéns!

        • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 21:29 #

          Não podia estar mais de acordo ! E cada um só ouve aquilo que quer.

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 16:28 #

      muito boa resposta. concordo na integra

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 16:34 #

      Foi isto mesmo que pensei.

    • Rui 18 de Dezembro de 2013 às 19:50 #

      Concordo! O texto parece mais um: -Aconchega-te e deixa-te estar! Não és mais que os outros e apenas fazes parte de 7.000.000.000. Trabalha, aceita seres escravo e aceita que não és especial. És um número!! Bullshit…Há muita gente especial, todos teremos em nós o potencial para o sermos. Claro que isso não se trata de ter estatutos e poder sobre os outros, usando.os e explorando-os…para beneficio da sua especialidade! O que nos pode tornar especiais? A nossa Consciência, o nosso Amor, Amizade, Solidariedade, para com os outros. Para mim isso torna-nos especiais…mas isto digo eu quem sou eu? Uma gota num oceano de conciências?

  99. tita 18 de Dezembro de 2013 às 12:11 #

    Adorei o texto e a coragem de o escrever e publicar!
    A ideia é importante, temos todos a mania que somos especiais, princípes e princesas… mas não somos e é bom que tenhamos consciência disso, para o mundo somos mais um, só mais um.
    Podemos um dia tornar-nos especiais, para alguém, mas temos de o merecer, tem de vir de dentro e só importa ser especial para quem o é para nós, mas tem de vir do coração, o resto não importa.

    • Jose Vieira 18 de Dezembro de 2013 às 16:01 #

      Faço parte de uma geração para quem partir de trás nunca era desculpa para não chegar nos primeiros .Compreendo a lucidez de quem escreveu este texto , espero que neste momento dificil muita gente o leia ,e o saiba interpretar.

  100. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 11:43 #

    Não achei nada de especial!!!

  101. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 11:32 #

    Concordo em parte com a mensagem, mas o sentimentalismo barato só me causa náuseas.

    • Miguel 18 de Dezembro de 2013 às 12:57 #

      O meu comentário ao texto é o seguinte: Fiquei completamente confuso quanto ao número de habitantes que somos no mundo… LOL!

  102. Orlando Latourrette 18 de Dezembro de 2013 às 11:20 #

    (escrito em teclado sem acentuacao grafica da lingua Portuguesa)

    Curioso observar as pessoas que se afirmam de “especiais”, em geral, assinam como anonimo!!

    • The Special One 18 de Dezembro de 2013 às 11:37 #

      Pensas que es especial porque escreveste aqui un nome ao calhas

  103. Nuno José Almeida 18 de Dezembro de 2013 às 11:05 #

    Excelente texto, só o reparo de usar a numeração portuguesa mil milhões em vez de biliões que são mais três zeros.

  104. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 11:00 #

    Acho que isto está muito mal interpretado pelas pessoas… Elas contorcem-se todas só de pensar que não são especiais… É engraçado até ler estas indignações!

    O que me parece que o autor quis dizer é o seguinte:

    Nós somos habituados logo no início a sermos uns príncipes. Mas isso é natural, visto que a cultura e a condição económica de alguns o favorece. Isso também acaba por não ser um grande problema…

    O grande problema é quando nos tornamos mais velhos, nós pensamos que somos especiais e que toda a gente tem que nos oferecer coisas sem termos de mexer um dedo, por assim dizer. Ou seja, só trabalhamos para nós. Não estou a conseguir explicar bem…

    Nós não somos especiais, mas somos sim, talentosos. Agora toca a cada um de nós usar os nossos talentos e capacidades para o bem de todos. O problema é que as pessoas mal usam as suas capacidades, ou quando usam, é só para si próprias, porque, aí está, acham-se especiais. Acho que, num modo geral, é isto que o autor quis dizer.

    Especial é um termo de evitar… Dá tanta confusão… Prefiro talento, ou habilidade.

    Não quero discussão, apenas gostaria que as pessoas não fossem tão egoístas e que podessem partilhar com o mundo as suas capacidades. O facto de pensarem que são especiais é que vos impede de manifestarem correctamente as vossas capacidades…

  105. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 10:41 #

    Concordo plenamente com o autor….

  106. PAF 18 de Dezembro de 2013 às 9:47 #

    1) Quem lê este texto e efusivamente escreve sobre a questão dos biliões ou mil milhões, e apenas sobre isso, percebe menos de português do que faz querer parecer – não faz sentido por em causa o resto do texto por causa disso. Mas, parabéns pelo vosso conhecimento da língua Portuguesa – para mim é uma ajuda.

    2) Quem lê este texto e faz paralelismos com ideias político-económicas, parabéns pelas profundezas do vosso conhecimento, contudo, comentar o texto com base nesse ponto de vista é ver o texto fora de contexto e mais uma vez, não faz sentido.

    3) Em ambos os casos, leiam novamente o texto, e podem discordar dele à vontade, mas espero que tenham lido outros textos do inesperado.org para perceber que ele é bem mais coerente do que possam estar a sentir. Os títulos são muitas vezes uma provocação ao pensamento que depois o texto acaba por desmistificar ou clarificar. E este texto é um clássico dessa abordagem.

    4) Agora, em relação ao tema do texto, a chave do texto e a parte que tive que ler várias vezes foi o ultimo parágrafo de todos: “O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.” – O que nos torna especiais é o esforço e vontade de dar o nosso melhor, seja onde estudarmos, seja onde trabalhamos, seja quem gosta de nós. Mas… “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.” – o que nos move não devia ser a “luxúria” de sentir-me especial, a vida é demasiado importante para isso, porque se dermos o nosso melhor o sentir especial vem por acréscimo, mas atenção que também vão surgir falhanços e criticas por acréscimo.

    5) E agora ao reler o 3º parágrafo. Estão a perceber que o inesperado procura uma outra atitude, uma outra raiz para as razões que nos devem mover, viver (melhor)? Ah, e sim, uma pessoa não é especial por alguém gostar dela, acreditem que é verdade, o que nos torna especiais por alguém gostar de nós é a nossa busca continua em a tentar dar (e espera-se que com mais sucesso do que insucesso) ao outro o melhor que nós temos. Mas quem precisar de se sentir especial, não se sinta desamparado com o texto, basta relerem o ultimo parágrafo.

    P.S: pode conter erros de Português

  107. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 9:45 #

    Só uma pequena coisa que com toda a certeza vais aprender com a vida: todos nós somos especiais à nossa maneira, que não sejamos para o Mundo, mas somos sempre para nós mesmos, e é mesmo isso que nos faz levantar da cama, pôr um sorriso no rosto e seguir de pleno para a vida. E afirmas que somos nós que devemos algo ao Mundo, mas por momentos esqueces-te que se não fossemos nós, o Mundo não era de todo Mundo ;) Pensa nisto!!

    • joao 18 de Dezembro de 2013 às 10:56 #

      O mundo não era mundo??? Claro que era mundo, era mundo e o planeta era muito mais “saudável”…

  108. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 9:37 #

    O que é ser especial afinal?

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 10:01 #

      ser-se “especial” é algo que se sente através das atitudes que tomas . . .

  109. mel 18 de Dezembro de 2013 às 8:59 #

    O q s resta e q a miuda da foto parece uma familiar minha!!!!

  110. Joe Machado 18 de Dezembro de 2013 às 6:51 #

    Grande parte das respostas revelam que, de facto, grande parte dos portugueses sofrem do complexo de Édipo – O Tuga tem de possuir protecção e amor total, reforçado pelos cuidados intensivos que os recém nascidos recebem pela sua condição frágil. São especiais o tanas.

  111. theprodigy10 18 de Dezembro de 2013 às 5:17 #

    Não somos especiais escreve o autor! LOOL é preciso ser um bocado hipócrita, não somos ESPECIAIS?’… O autor com esta pseudo-critica, devia pensar antes de a ter escrito, PENSAR antes de fazer um pseudo abre olhos às pessoas, como fosse uma verdade absoluta, a achar-se que e mais que os outros, para dizer as pessoas que não são especias… ahhh a ironia da vida. Acaba por criticar a critica que fez.
    Porra vamos ser coerentes! é certo que existem pessoas que tem o rei na barriga e querem trabalhar menos e ter mais que os outros, mas se quiser criticar este tipo de pessoas, nunca, mas nunca se deve mandar postas de pescada a dizer a todos, que ninguém é especial! Aliás, SIM nós somos especiais, eu sou especial, e porquê? porque vivemos, porque somos diferentes, cada um pensa à sua maneira, cada um anda de maneira diferente, cada um escreve e fala de maneira diferente! Nós somos especias e devemos dar valor aquilo que temos, aquilo que somos como individuo, como ser humano, sem pensar que somos mais do que os outros, isto é o que acho que devíamos pensar sobre cada um de nós. O resto é lutarmos e trabalhar por aquilo que amamos, pelo os nossos sonhos/objectivos, por aquilo que achamos que faz sentido à nossa vida, sem passar a “perna de ninguém” , e sem arranjar desculpas, de que não se conseguiu por causa daquele, do governo, dos políticos, ou seja o que for. mais importante sem nunca desistir.

  112. André Mendes Ricardo 18 de Dezembro de 2013 às 5:06 #

    Sinceramente tas mal com a vida… de verdade acredito que escreveste este texto a pensar em ti mesmo… quem pensa que é especial porque andou naquela universidade ou tem aquele trabalho? Ninguém! Provavelmente não tens noção do que significa ser especial. “Não és especial porque tens boa aparência” (completamente de acordo); “não és especial porque há alguém que gosta de ti ( a serio ?? estas tão errado…) isto não é mais que ser redutor, ateé tu que escreves este texto não acreditas no que estas a dizer. certamente sentiste o nervosinho no estômago quando alguém te disse que eras especial, por muito que essa pessoa te desapontasse posteriormente… o teu discurso fatalista “cheira-me” a frustração…
    Seguimos, 7 biliões? diz-se 7 mil milhões.
    “o mundo não te deve nada, és tu que deves muito ao mundo.”(????) Kierkegaard defende algo que te assenta como uma luva, e que te cala estoicamente: “o indivíduo é o único responsável em dar significado à sua vida e em vivê-la de maneira sincera e apaixonada, apesar da existência de muitos obstáculos e distracções como o desespero, ansiedade, o absurdo, a alienação e o tédio.”
    DIzes, e cito “A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.” Sem perder tempo, contradizes-te para tentar salvar a merda que fizeste em escrever este texto “apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial”.
    So faltava acabares com um smile.

    • Tânia 18 de Dezembro de 2013 às 8:57 #

      Inteiramente de acordo :) e esta tudo dito!

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 11:33 #

      uff… estava a ver que não encontrava aqui um comentário sensato. Obrigado, André Mendes Ricardo.

    • Bruno Gonçalves 18 de Dezembro de 2013 às 11:58 #

      Bem não sei em que mundo vives mas o que não falta por aí são pessoas que se sentem melhores que os outros por frequentar certas faculdades ou trabalhar onde trabalham.

      Não és especial porque alguém gosta de ti. Podes ser especial para a pessoa que gosta de ti mas isso não faz de ti uma pessoa especial no Mundo (tendo em conta os 7 mil milhões). Uma pessoa gosta de mim como outra gosta de ti, isso faz de mim mais especial do que tu? Se tiver duas pessoas que gostam de ti e apenas uma gosta de mim, és mais especial que eu?

      Não percebi onde essa citação cala o autor, uma vez que um individuo pode dar o significado que quer à sua vida mas isso não faz dele especial a não ser para ele próprio e não para o Mundo. Aliás esse é o ponto que o autor quer referir. Uma pessoa por se achar especial não quer dizer que o seja.

      A última parte diz tudo:
      “O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.”

      Aqui tornas-te especial sem perceber. O que o autor refere é sobre pessoas que acham que são especiais por motivos que não são de todo válidos tendo em conta o mundo, isto é, em relação a 7 mil milhões de pessoas. Quando dás o teu melhor, aceitas as criticas, falhas… é porque te tornaste especial, é porque de diferenciaste dos outros que se acham especiais por motivos que não são válidos.

      • Carla 20 de Dezembro de 2013 às 13:57 #

        Parabens, pelo menos alguem leu e percebeu o texto!!

    • Diana 18 de Dezembro de 2013 às 12:02 #

      Obrigada!

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 13:21 #

      Concordo. Acho que este texto não faz sentido nenhum.

  113. Rita RA 18 de Dezembro de 2013 às 2:08 #

    Like!

  114. Sara Leite 18 de Dezembro de 2013 às 1:39 #

    Isto é contra o estado social e a favor do espírito self made man do capitalismo selvagem americano? ADORO, numa época em que o neoliberalismo nos falha redondamente que escrevam artigos anti-revolucionários disfarçados de pseudo profundos e inspiradores.
    Ps: no Fight Club já tinham dito uma coisa do género….mas bem e sem a vertente pró espírito capitalista, oh all singing all dancing crap of this world. (é uma citação, não um insulto, caso não reconheçam)

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 1:56 #

      adoro-te!

  115. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 1:39 #

    Especial nao e aquele que escreve para motivar, e aquele que ensina a motivar, ler este texto e como tentar fazer uma receita escrita com os ingredientes mas sem as medidas.

  116. Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 1:29 #

    Se existissem 7 biliões de pessoas no nosso planeta haveriam em média ~47 pessoas por metro quadrado na superfície da Terra (sem contar com a área coberta por oceanos).

    O número de pessoas que verdadeiramente existe na Terra é 7000 milhões, um número mil vezes inferior a 7 biliões. É um erro grave.

    • luis 18 de Dezembro de 2013 às 1:45 #

      acredites ou não, no brasil um bilião é 10^9 e cá é 10^12

  117. . 18 de Dezembro de 2013 às 0:31 #

    O mundo está-se a cagar para nós!!! Hoje em dia é tudo sobre lucro! Lucro! Lucro! Se ajudarem a vossa empresa a fazer dinheiro são os maiores, se não conseguirem, são descartáveis. Adios. O especial?!? é o dinheiro, as vivendas e os carros de luxo de quem nos controla (paga ordenado). Não há especiais e não comecem com a treta “só há um como eu!”; não, existem milhões, só se fores um bill gates,um draghi… esses sim têm nome, tu és só um número e difimpossivelmente deixarás de ser!

    • Miguel Carneiro 18 de Dezembro de 2013 às 1:25 #

      Um de nós dois não percebeu o propósito deste post.

  118. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 23:49 #

    Essa discussão do bilhão era de evitar por favor, acho que todos entenderam a ideia…

    Ninguém deve nada a ninguém no sentido de ter que dar qualquer coisa só porque sim, no entanto pode haver um senso (individual) de obrigação em tornar o mundo um lugar melhor através da sua contribuição.
    Isso é mais um propósito e um ideal, não uma obrigação.

    Acho que todos somos de algum modo especial, no entanto a maioria dos especiais que andam por ai tendem a pensar que ser especial é ser radical e pensar muito diferente de todos os outros, ser diferente do resto, não penso nesses moldes.

    Invoco Fernando Pessoa para vos dar uma visão do que pode ser uma contribuição especial e unica de cada um de nós:


    PARA SER GRANDE, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui
    Sê todo em cada coisa.
    Põe quanto és No mínimo que fazes.
    Assim em cada lago a lua toda
    Brilha, porque alta vive.

  119. N 17 de Dezembro de 2013 às 23:47 #

    Interessante como quem escreveu este artigo estava provavelmente a tentar ser eloquente e profundo, mas falhou redondamente! Sim, eu sou especial, mesmo que esse facto não me leve a lado nenhum, mas para mim e para as pessoas que me conhecem e amam, sou especial, tal como essas pessoas para mim.
    Não, não devo nada ao mundo, devo às pessoas que me ajudaram a levantar do chão muitas vezes e me continuam a apoiar para continuar e devo a mim própria, tentar ser a melhor pessoa e profissional que conseguir. O mundo? O mundo não tem nada a ver, lamento.
    Bastante fraco, incoerente e pouco profundo, este artigo.

  120. ricardo 17 de Dezembro de 2013 às 23:43 #

    somos um, somos o universo, todos juntos somos especiais.. e não devemos nada a ninguém, nem ninguém nos deve nada..

  121. mariana 17 de Dezembro de 2013 às 23:41 #

    O que mais me fascinou neste artigo foi o pormenor delicioso de nos inspirar a sermos tão genuinamente portugueses neste fórum! Ficamos presos aos detalhes do artigo e ignoramos o essencial!
    Se somos 7 biliões em pt-br ou somos 7 mil milhões em pt-pt, tem a sua relevância, mas…

  122. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 23:35 #

    O dia em que não me achar especial, será o dia em que desistirei.
    E muito, muito bom, o facto de estarem a discutir números perante um texto tão “pseudo introspectivo tretas de quem tem demasiado tempo livre”, e sim concordo, com demasiada pretensão da parte de quem o escreveu. Era o que faltava, eu dever alguma coisa ao mundo.
    Ó maltinha…

    • Orlando Latourrette 18 de Dezembro de 2013 às 11:17 #

      (escrito em teclado sem acentuacao grafica da lingua Portuguesa)

      Curioso observar as pessoas que se afirmam de “especiais”, em geral, assinam como anonimo!!

  123. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 23:01 #

    Eu penso que sim, todos somos especiais. Mas… Se somos todos especiais não somos assim tão especiais. Ou seja, esta nossa especialidade deixa de ser especial dado que todos a temos. Basicamente, somos todos especiais mas isso não é algo especial.

  124. Tiago Oliveira 17 de Dezembro de 2013 às 22:36 #

    Somos sete mil milhões, não 7 biliões. A não ser que este artigo seja para um público alvo brasileiro

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 22:59 #

      Refere-se à população mundial. É desta que fazes parte.

      • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 23:06 #

        Não deixam de ser 7 mil milhões e não 7 biliões em bom português.

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 23:12 #

      falta-te aqui um ponto final para ficar em “bom portugues”

    • Anonimo 18 de Dezembro de 2013 às 1:23 #

      7 bilioes nao sao 7 mil milhoes?

      • Miguel Carneiro 18 de Dezembro de 2013 às 1:29 #

        Não. Em português correto, 7 biliões são 7 milhões de milhões. A transformação em milhar de milhão é um “americanismo” adotado pelo português do Brasil. De qualquer forma, é dito em Brasileiro “bilhões” e não biliões.

  125. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 21:39 #

    Na verdade, a sociedade deve-me um emprego!! Se estou a pagar para estudar, a sociedade deve-me um emprego! As propinas que pago nem se quer ficam para a universidade, servem para comprar submarinos. Nesse caso sou bastante especial, o que pago para a minha educação está a servir para o meu pais ter mais brinquedos nas mãos dos filhos da puta dos políticos. Sou especial, como todos os meus colegas. Mas então, o meu pais deve-me o meu emprego! Na minha área, se não for muito incomodo. De que outra maneira poderei eu dar o que devo ao mundo, como dizia o Picasso!!????!?!?! Não estou a ver.

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 22:02 #

      “De que outra maneira poderei eu dar o que devo ao mundo,”

      A comentar noticias destas como se Portugal te devesse tudo o que queres de mão beijada não é de certeza.
      Pagaste propinas para receber aulas e educação no curso que escolheste, e não para quando acabares teres um trabalhinho à tua espera com uma cadeirinha aquecida. Acabaste o curso ? Parabéns, espero que o tenhas aproveitado e tenhas aprendido alguma coisa, afinal pagaste para isso mesmo. Agora faz-te à vida e pára de te queixar. Este artigo é sobre isso mesmo. Pessoas como tu que esperam tudo em troca de nenhum trabalho.

      Resumindo a coisa, e como diz o zé povinho: “Deixa-te de merdas”.

      • Não havia necessidade 18 de Dezembro de 2013 às 0:37 #

        Na Mouche!

    • Miguel 17 de Dezembro de 2013 às 23:41 #

      Não perguntes o que o teu PaÍs pode fazer por ti, mas sim o que podes fazer pelo teu País!!!

    • Anónimo 18 de Dezembro de 2013 às 0:59 #

      Muito engraçado sim senhor. Espero que não estivesses a falar a sério. Espero mesmo que não aches que o facto de teres decidido tirar um curso superior que nunca ninguém te obrigou a escolher (pago praticamente por todos os portugueses, tendo em conta que a ti directamente apenas te cobraram a pequena percentagem de cerca de 1000 euros por ano) queira dizer que o estado (assumo que seja a esses que te referes) tenha a obrigação seja qual for de te dar trabalho.

  126. Mário Gonçalves 17 de Dezembro de 2013 às 21:36 #

    gostei!

  127. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 21:27 #

    Vocês são todos produtos da minha imaginação.

    • Ana Remédio 18 de Dezembro de 2013 às 17:14 #

      Também estou a tentar convencer-me disso… estes comentários são sureais.

      • Ana Remédio 18 de Dezembro de 2013 às 17:15 #

        *”surreais”

  128. Elian Gonzales 17 de Dezembro de 2013 às 21:26 #

    What a bunch of bullshit. Because for the rest of the history of the universe, there will NEVER be another you. THAT makes you special.

  129. João Mendes Pinto 17 de Dezembro de 2013 às 20:29 #

    Todos somos especiais e quem não se sentir especial ficará deprimido e pouco confiante. Até o tipo que escreveu isto é especial, mas parece-me especialmente pretensioso. O texto aponta alto, sem bases. É fraco!

    • joana 18 de Dezembro de 2013 às 21:11 #

      Totalmente de acordo…quem escreveu este texto deve estar mesmo deprimido.

    • bruno 5 de Fevereiro de 2014 às 17:42 #

      Apoiado ,além disso só o facto de as pessoas estaram num mundo que as escraviza, onde há desgraça e fome e os governantes andam a barrar o ego pelas praias do luxo, por favor, só de as pessoas estarem vivas com a miséria que se passa não são só especiais mas herois!!…cara de vinagre é o gajo que escreveu isto!! devemos ao mundo? só se for felicidade que por acaso falta devido ás circunstâncias…por favor caro autor vai-te tratar!

  130. Inês 17 de Dezembro de 2013 às 19:40 #

    Este ano participei num retiro de meditação e esta por acaso foi a revelação mais impressionante nesses dias: que realmente não somos especiais. Passamos a vida a acharmos que os nossos problemas são especiais, que as nossas pessoas são especiais, que os nossos momentos são especiais… Tudo apenas porque “são nossos”, esse sentimento de posse que nos acompanha 90 anos da nossa vida (aos sortudos que chegam a esses números). Mas na verdade, nada disso nos torna especiais, não é isso que nos torna especiais, somos na verdade especiais, mas não da forma que esperávamos ser, não é óbvio, não é palpável. Enquanto acreditarmos que somos especiais não o poderemos ser.

    Parabéns pela consciência :)

  131. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 18:54 #

    Está um bom ponto de vista, embora não concorde com alguns aspetos referidos.
    Eu acho que…
    Não devo (devemos) nada ao mundo. Da mesma forma que o mundo não nos deve nada a nós. Nós estamos em divida para com a familia, pessoas que nos ajudaram, amigos, etc. Não devo nada às pessoas que passam por mim na rua e que nunca fizeram nada por mim. E nem todos nós devemos à familia. Alguns de nós nascemos em boas familias, outros nem tanto. Algumas pessoas tiveram o nascimento e os primeiros anos de vida planeados, outros vieram por acaso e os pais nunca fizeram nada por eles. (Recentemente tive oportunidade de analisar casos de jovens que não concluiram estudos, usuarios de drogas, delinquentes, vandalos, pessoas que nunca tiveram gosto pelos estudos, pelo trabalho, pela independencia pessoal… Coincidencia ou não, dentro da amostra de estudo (dezenas de jovens), cerca de 90% tinham os pais separados e cerca de 80% jovens tinham pelo menos um dos pais viciados em alcool. Interessante, não?)
    Devo ao mundo tempo, inteligencia e energia? Isso devo aos deuses que existem, à mãe natureza, no que quer que acreditem…não ao mundo.

    Tudo o que fizermos tem que ser para nós, a pensar em nós. Ninguém vai fazer nada por nós… No fim disto, cada um faz o que quer da vida desde que não prejudique ninguém.
    Entrega-te à sociedade e sê escravo dela ou foge para a montanha e sê escravo do isolamento.

  132. Pedro 17 de Dezembro de 2013 às 18:50 #

    Quando falam em “ser especial/único”, lembro-me sempre desta analogia: http://imgur.com/4SEHlBU

  133. Carlos 17 de Dezembro de 2013 às 18:44 #

    Fight club?

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 22:40 #

      Fight club!

  134. Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 17:27 #

    Não sei do que falam. Eu sou muito especial.

  135. Francisco Reis Pinto 17 de Dezembro de 2013 às 17:05 #

    Não, não sou só mais um em 7 biliões. E não sou só mais um em 7 biliões porque não é assim que se fala português. Não somos 7 biliões, somos 7 mil milhões. Em português tens o milhão, tens a dezena de milhão, tens a centena de milhão, e depois tens o milhar de milhão, e só depois de fazeres isso tudo com o milhar de milhão (dezena e centena de milhar de milhão) é que tens o bilião, que corresponde ao milhão de milhão, da mesma maneira que o milhão corresponde ao milhar de milhar. E assim é que se fala português.

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 18:28 #

      Finalmente alguém que diz algo com jeito no meio de tanta palhaçada de sentimentalismos. Se não tivessem tanto tempo livre não ficavam a pensar se são ou não especiais em vez de estarem a trabalhar ou a estudar para crescerem como pessoas, estudantes e profissionais. Percebo o que se quer transmitir mas só somos especiais se provarmos a nós próprios por que o somos, não em função dos outros.

    • Trendy Gourmet 17 de Dezembro de 2013 às 18:30 #

      Ok edite estrela. Tu és especial

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 18:57 #

      É mesmo isso Francisco! :D

    • Pedro 17 de Dezembro de 2013 às 18:58 #

      Na realidade é assim que se fala em português… de Portugal. No Brasil, um bilião equivale a mil milhões. Devem ter ido buscar ao inglês. Mas o texto está escrito em português de Portugal, logo… À pessoa que comentou com um jocoso “Ok edite estrela. Tu és especial”, teria ficado bem melhor um “Obrigado pelo esclarecimento.” mas não se espera muito de quem escreve nomes próprios com minúscula.

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 19:05 #

      Francisco Reis Pinto,

      Realmente foi isso que aprendi na primária e já tentei explicar isso várias vezes mas todos olharam para mim como se fosse louco.

      Parte da confusão deve vir do pt-pt/pt-br:
      Enquanto que em pt-pt dizemos milhar de milhão, no brasil dizemos bilhão ( ≠ bilião).
      No que em pt-pt chamamos de de bilião, no brasil chamamos de trilhão.

      Outra causa provavel para a confusão são as traduções mal feitas…

    • Nuno 17 de Dezembro de 2013 às 19:10 #

      Oh Francisco, não existe o quê? Larga as drogas que te estão a fazer mal…
      Dicionário da Porto Editora, com e sem acordo ortográfico… vê porque existe!
      http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa-aao/bilião

      ah, assim como o milhão também existe… peço desculpa se não sabes português, mas o de hoje é este e mais nenhum!

      • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 19:54 #

        Há pessoal que além de ser anormal, não consegue ler. O que o Francisco disse e MUITO BEM é que um bilião não é o que foi escrito. Um bilião é milhão de milhões e não 1000 milhões. Pelo menos leste o que está escrito no link que “postaste”?

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 21:35 #

      Isto é poesia!

    • José Marchã 17 de Dezembro de 2013 às 22:30 #

      o milhão (1.000.000) ; dezena de milhão ( 10.000.000); centena de milhão (100.000.000) ; milhar de milhão (1.000.000.000) ; milhão de milhão ( 1.000.000.000.000) que é o mesmo que: 1.000.000 a multiplicar por 1.000.000 que vai dar um trilião. E assim pode se dizer que milhão de milhão é trilião e não bilião como o sr.Francisco Reis Pinto estava aqui a citar.

    • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 22:40 #

      não. lamento mas tas completamente errado, na america é assim exactamente assim como disses-te. Agora em portugal, assim como no S.I., um bilião são exactamente mil milhões..

      Agora se te deixasses de conices, e tivesses prestado atenção à msg, tinhas tido mais proveito.

      • Anónimo 17 de Dezembro de 2013 às 22:58 #

        Errado, completamente errado! Errado o pensamento, errada a linguagem, errada a escrita. Parabéns!
        O pensamento do Francisco Reis Pinto está totalmente correcto, infelizmente as pessoas não se apercebem da diferença pois devem ver variados programas de outros países, daí terem essa noção errada. E o que mais acho degradante nisto tudo é virem para aqui os espertinhos como este dizerem coisas erradas com toda a certeza do mundo.

  136. oamorequeimporta 17 de Dezembro de 2013 às 16:29 #

    Infelizmente vivemos numa sociedade que nos impõe determinadas regras, que nos faz pensar que temos de seguir um determinado caminho, e são estas regras, socialmente aceites, consideradas adequadas, que faz com que muitas pessoas procurem tanto o titulo do “especial” face ao “tornar-se alguém especial”. Se este nosso mundo fosse menos self-centered, competitivo e mais direccionado para o exterior talvez fosse um mundo melhor. Mas, e como li em cima num comentário, para muitas pessoas não devemos nada ao mundo, vive-se numa “bolha” onde as acções de cada um só têm impacto nessa mesma bolha quando na realidade não é assim que funciona. Acho que o que nos torna “especiais” é mesmo o que se escreve aqui no Inesperado, as intenções que colocamos nas nossas acções, a forma como tratamos o mundo e como devolvemos o que nos dá.
    Nem é assim muito dificil fazer isto certo? :)

    Gostei muito mesmo do texto. Vou continuar a seguir*

  137. Do Porto com Amor 17 de Dezembro de 2013 às 16:12 #

    Assertivo e muito intencional. Sem dúvida que devemos deixar de nos achar mais especiais do que realmente somos e por consequência perceber o quão especial isso pode ser para nós :) Parabéns pelo texto

  138. Zakahia 17 de Dezembro de 2013 às 15:40 #

    Parabéns pelo texto, muito bem conseguido. Venham mais assim, talvez ajude de forma as pessoas começarem a pensar um pouco mais. (:

  139. luis 17 de Dezembro de 2013 às 14:12 #

    Um pouco comunista na maneira de estar perante o mundo…Pensar que o mundo me deve n penso, q eu devo ao mundo..nunca e jamais pagarei!Eu sou eu e vivo por mim como o mundo o faz todos os dias… devo é a mim e a quem me quer bem e me criou. Sou especial para determinadas pessoas, assim como essas o sao pra mim, pq temos o privilegio de existir a cada dia que passa…isso torna a nossa realidade especial. Quanto ao texto é bonito mas demonstra uma certa raiva perante um certo tipo de pessoas.

    • Miguel 17 de Dezembro de 2013 às 16:19 #

      concordo completamente, este não é um texto introspectivo; é um texto escrito com base em emoções bem dirigidas – se me permitem – mas mal pensadas.

  140. Teresa 17 de Dezembro de 2013 às 13:45 #

    http://www.huffingtonpost.com/wait-but-why/generation-y-unhappy_b_3930620.html

    Cheio de razão!

  141. Smr Vieira 17 de Dezembro de 2013 às 11:25 #

    Muito bom. Gostava de traduzir para ingles e dar credit a quem escreveu este artigo. Do you have a name? Thanks. :)

    • Inesperado.org 17 de Dezembro de 2013 às 14:36 #

      Olá! Podes traduzir! O nome é… inesperado !
      Obrigado por apareceres

  142. Marta Silva 17 de Dezembro de 2013 às 11:14 #

    Quem é o autor ou autora deste texto fantástico? Muitos parabéns!!! Acaba de pôr palavras ao que ando a querer dizer a uma “pessoa muito especial”, andava a rezar ao Espírito para que me ajudasse a passar esta mensagem com muito carinho… e eis que aqui está perfeito! Muito obrigada. E peço orações para que esta pessoa emc oncreto se saiba muto amada, mesmo que a sua vida esteja repleta de sofrimento.

    • Inesperado.org 17 de Dezembro de 2013 às 14:36 #

      Olá Marta, Obrigado por apareceres!
      O autor é o inesperado :)

      • Francisco Teófilo 18 de Dezembro de 2013 às 15:54 #

        Oh, meu Deus! tanta conversa para nada! realmente somos muito invertebrados! sabem o que vos digo? vão trabalhar malandros! especial é a “burra” que vos aturou durante muitos anos e provavelmente ainda vos atura! até mais meus amigos! chau, chau!

Trackbacks/Pingbacks

  1. Friday Link Pack - Andorinha des-norteada - 17 de Dezembro de 2015

    […] texto que nos inspira a querermos mais e este vídeo sobre ser solteirinha continuam a fazer imenso […]

  2. Texto do dia! | [Portefólio de Escrita] - 7 de Maio de 2015

    […] 7 de Maio de 2015Ana Ribeiro “Tu não és especial!” Apesar dos miminhos que recebeste dos teus pais, apesar de teres amigos que se riem das tuas piadas e apesar de já teres passado por muita coisa… não caias em ilusões: tu não és especial.  Não és especial porque andaste naquela universidade ou tens aquele trabalho. Não és especial porque tens boa aparência ou porque há alguém que gosta de ti.  És apenas mais um em 7 biliões, por isso escusas de andar por aí como se o mundo te devesse alguma coisa. Essa cara de vinagre fica-te mal, e esse ar só estraga o ânimo à malta. A sociedade não te deve um trabalho, a família não te deve uma casa e os teus amigos não te devem atenção. Nada disso: o mundo não te deve nada, és tu que deves muito ao mundo. Deves ao mundo o teu tempo, energia e inteligência. A tua melhor intenção e o teu melhor empenho.  Trabalhar porque acreditas que o teu trabalho é importante, não porque tens um estatuto a manter. Estudar pelo entusiasmo de aprender e não apenas para passar nos exames. Namorar porque adoras a pessoa que está contigo, não porque não aguentas estar sozinho. Viajar porque queres viajar, não para teres fotografias para mostrar. Cuidar bem dos outros porque queres o bem deles, não para provares que és bonzinho.  Podes tentar fugir disto, claro. Podes ficar escondido atrás das cortinas e lamentar-te de todas as dificuldades que tens pela frente. Podes ficar à espera que alguma coisa te venha salvar…mas no fim tens apenas que decidir uma coisa: o que vais fazer com cada hora do teu dia?   O que raio vais fazer da tua vida?  O mundo precisa de ti. E tu precisas de viver o melhor que tens. A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial.  O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial. in inesperado […]

  3. Você NÃO é especial! - 19 de Outubro de 2014

    […] Traduzido e adaptado do original Tu não és especial […]

  4. » patríciamatias photography | life, people & stories. - 2 de Janeiro de 2014

    […] :: personal passadas as festas e assim em jeito de ano novo, não podia deixar de vir aqui agradecer o que passou. 2013, um daqueles!! primeiro, aos meus filhos. as pessoas que me fazem evoluir todos os dias. me fazem querer mais e melhor, me mostram que o caminho é para a frente e que o futuro será sempre um presente! depois há os outros. e este ano houveram pessoas sem as quais teria sido tudo muito mais difícil … e nem as vou nomear porque elas sabem perfeitamente quem são. só deixo o meu muito obrigada, por tudo, por nada, por qualquer coisa. desejo a todos, os meus, os outros e os demais … um óptimo resto de vida, cheio de amor e carinho e amigos e saúde … porque ao resto, “agente” adapta-se  beijos. muitos. de nós, para o mundo. . (em baixo um texto que gostei, só porque sim)”"Tu não és especial Apesar dos miminhos que recebeste dos teus pais, apesar de teres amigos que se riem das tuas piadas e apesar de já teres passado por muita coisa… não caias em ilusões: tu não és especial. Não és especial porque andaste naquela universidade ou tens aquele trabalho. Não és especial porque tens boa aparência ou porque há alguém que gosta de ti. És apenas mais um em 7 biliões, por isso escusas de andar por aí como se o mundo te devesse alguma coisa. Essa cara de vinagre fica-te mal, e esse ar só estraga o ânimo à malta. A sociedade não te deve um trabalho, a família não te deve uma casa e os teus amigos não te devem atenção. Nada disso: o mundo não te deve nada, és tu que deves muito ao mundo. Deves ao mundo o teu tempo, energia e inteligência. A tua melhor intenção e o teu melhor empenho. Trabalhar porque acreditas que o teu trabalho é importante, não porque tens um estatuto a manter. Estudar pelo entusiasmo de aprender e não apenas para passar nos exames. Namorar porque adoras a pessoa que está contigo, não porque não aguentas estar sozinho. Viajar porque queres viajar, não para teres fotografias para mostrar. Cuidar bem dos outros porque queres o bem deles, não para provares que és bonzinho. Podes tentar fugir disto, claro. Podes ficar escondido atrás das cortinas e lamentar-te de todas as dificuldades que tens pela frente. Podes ficar à espera que alguma coisa te venha salvar…mas no fim tens apenas que decidir uma coisa: o que vais fazer com cada hora do teu dia? O que raio vais fazer da tua vida? O mundo precisa de ti. E tu precisas de viver o melhor que tens. A tua vida é demasiado importante para depender de te sentires especial. O caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial.”" in https://inesperado.org/2013/12/17/tu-nao-es-especial/ […]

  5. Tu não és especial « 100% Alienígena - 28 de Dezembro de 2013

    […] [ Inesperado […]

  6. “Tu não és especial” | EscreViver [Portfólio de Escrita] - 19 de Dezembro de 2013

    […] in inesperado […]

Comenta aqui

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s